Cartaz Foder e ir às Compras
TEATRO
29 ABR A 15 MAI

FODER E IR ÀS COMPRAS

PRIMEIROS SINTOMAS
SALA PRINCIPAL M/18
Quarta a Sábado às 21h00; Domingo às 17h30

Sinopse

Esta inspirada peça de Mark Ravenhill congrega toda a sua brutalidade, inteligência e ironia no título, que nos faz mergulhar mediatamente no seu imaginário. De facto, há dois planos políticos que se entrecruzam e tecem a peça: Foder e ir às compras é, por um lado, um check-up à sociedade de consumo e, por outro, revela uma sensibilidade extrema quanto à dinâmica das relações. Mark, um toxicodependente em recuperação, comprou Robbie e Lulu no supermercado, duas pessoas que passaram assim a viver com ele e a ajudá-lo no seu tratamento. Diz procurar relações que não signifiquem nada, que sejam como transacções, uma vez que proclama “nada de dependências”. São personagens que usam o dinheiro como anestesia, que fazem do consumo uma vacina para o desejo, para, no limite, se tornar explícito que não dá. Não funciona. E no entanto vai funcionando...  Uma reflexão sobre a globalização, a violência e o corpo, questões que estão definitivamente instaladas nas sociedades contemporâneas e que se materializam em aberturas e rasgos no cenário de cartão e em actores que vomitam palavras.

Texto Mark Ravenhill
Tradução Ana Bigotte Vieira
Direcção Artística e Encenação Gonçalo Amorim
Espaço Cénico Rita Abreu
Adereços e Figurinos Ana Limpinho e Maria João Castelo
Sonoplastia Sérgio Milhano
Desenho de Luz José Manuel Rodrigues
Direcção de Produção Paula Fernandes Primeiros Sintomas
Interpretação Carla Maciel, Carloto Cotta, Pedro Carmo, Pedro Gil e Romeu Costa

O programa do espectáculo está disponível aqui.

Peça estreada a 15 Novembro 2007 no Centro Cultural de Belém.
Prémio da Crítica 2007 da Associação Portuguesa de Críticos de Teatro.

A reposição da peça é uma co-produção Teatro São Luiz ~ Primeiros Sintomas

Sinopse

Esta inspirada peça de Mark Ravenhill congrega toda a sua brutalidade, inteligência e ironia no título, que nos faz mergulhar mediatamente no seu imaginário. De facto, há dois planos políticos que se entrecruzam e tecem a peça: Foder e ir às compras é, por um lado, um check-up à sociedade de consumo e, por outro, revela uma sensibilidade extrema quanto à dinâmica das relações. Mark, um toxicodependente em recuperação, comprou Robbie e Lulu no supermercado, duas pessoas que passaram assim a viver com ele e a ajudá-lo no seu tratamento. Diz procurar relações que não signifiquem nada, que sejam como transacções, uma vez que proclama “nada de dependências”. São personagens que usam o dinheiro como anestesia, que fazem do consumo uma vacina para o desejo, para, no limite, se tornar explícito que não dá. Não funciona. E no entanto vai funcionando...  Uma reflexão sobre a globalização, a violência e o corpo, questões que estão definitivamente instaladas nas sociedades contemporâneas e que se materializam em aberturas e rasgos no cenário de cartão e em actores que vomitam palavras.

Texto Mark Ravenhill
Tradução Ana Bigotte Vieira
Direcção Artística e Encenação Gonçalo Amorim
Espaço Cénico Rita Abreu
Adereços e Figurinos Ana Limpinho e Maria João Castelo
Sonoplastia Sérgio Milhano
Desenho de Luz José Manuel Rodrigues
Direcção de Produção Paula Fernandes Primeiros Sintomas
Interpretação Carla Maciel, Carloto Cotta, Pedro Carmo, Pedro Gil e Romeu Costa

O programa do espectáculo está disponível aqui.

Peça estreada a 15 Novembro 2007 no Centro Cultural de Belém.
Prémio da Crítica 2007 da Associação Portuguesa de Críticos de Teatro.

A reposição da peça é uma co-produção Teatro São Luiz ~ Primeiros Sintomas

Críticas

Não existem críticas.

Preçário

1

Descontos

50% Estudantes, maiores de 65 anos, pessoas com deficiência e acompanhante, desempregados, profissionais do espectáculo, funcionários da CML e Empresas Municipais (extensível a um acompanhante)

30% Grupos de 10 pessoas ou mais

20% Protocolos e acordos

Preço especial
€5
Menores de 30 anos (excepto 1ª plateia, 1º balcão central e camarotes de 1ª ordem central).
Grupos escolares / preço por pessoa (por cada 10 alunos, entrada gratuita para 1 professor).
Lugares de visibilidade reduzida (Vendidos apenas no dia do espectáculo ou quando os restantes lugares esgotarem)

Duração 1h50 c/ intervalo

 

Serviço de interpretação em língua gestual portuguesa
2 MAI
Domingo às 17h30
Necessária marcação com 7 dias de antecedência: Tel. 213 257 650 / bilheteira@teatrosaoluiz.pt

Informamos que, por falta de inscrições, não vai haver serviço de interpretação em LGP no dia 2 de Maio.

Programas em Braille e ampliado
Necessário contactar o Teatro com 7 dias de antecedência: Tel. 213 257 640 / geral@teatrosaoluiz.pt

Comentários

Deb
10 Maio 2010 - 12h10m
A peça não fica em cena para lá de 15 de Maio? Só tomei conhecimento dela agora...e até dia 15 de Maio...é-me impossivel ir ver... :s
Rodrigo
10 Maio 2010 - 01h04m
Muito bom! Apenas no final do espectáculo a pedagogia do teatro quis entrar em cena, mas felizmente já estávamos no fim!
s t q q s s d
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Contactos
de Bilheteira

bilheteira@teatrosaoluiz.pt
Tel.  (+351) 213 257 650

Todos os dias, das 13h00 às 20h00.