Papel Químico é mais do que um simples espectáculo de stand up comedy – é um monólogo a dezenas de vozes. Esta aparente contradição só é possível porque o protagonista, Luís Franco-Bastos, sofre de imitação crónica. Pela sua mão, ou melhor, pela sua voz, vão subir ao palco do Jardim de Inverno do Teatro São Luiz mais de trinta personalidades nacionais, do futebol, das artes ou da política, e até algumas surpresas vindas do estrangeiro. Mais do que um espectáculo com momentos desligados, Papel Químico é um One Man Show com uma multidão de personagens.
Autoria Ana Ribeiro, Joana Marques e Roberto Pereira
Encenação António Pires
Interpretação Luís Franco Bastos
Co-Produção SLTM - Produções Fictícias
Papel Químico é mais do que um simples espectáculo de stand up comedy – é um monólogo a dezenas de vozes. Esta aparente contradição só é possível porque o protagonista, Luís Franco-Bastos, sofre de imitação crónica. Pela sua mão, ou melhor, pela sua voz, vão subir ao palco do Jardim de Inverno do Teatro São Luiz mais de trinta personalidades nacionais, do futebol, das artes ou da política, e até algumas surpresas vindas do estrangeiro. Mais do que um espectáculo com momentos desligados, Papel Químico é um One Man Show com uma multidão de personagens.
Autoria Ana Ribeiro, Joana Marques e Roberto Pereira
Encenação António Pires
Interpretação Luís Franco Bastos
Co-Produção SLTM - Produções Fictícias
50%
Estudantes, menores de 30 anos, maiores de 65 anos, pessoas com deficiência e acompanhante, profissionais do espectáculo
30%
Grupos de 10 pessoas ou mais
20%
Protocolos e acordos
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Nádia Torquato
16 Julho 2009 - 12h20m
Do que eu gosto mais é da esquizofrenia.
Lá estarei outra vez, primeira fila!
Miguel F. Carvalho
17 Junho 2009 - 23h24m
É um espectáculo que recomendo vivamente! (e nem estou a receber comissão para o dizer...)
O que mais surpreende neste espectáculo, para além do óbvio que serão sempre as imitações, é capacidade interpretativa do Luís Franco Bastos, em especial na mudança de registos vocais que faz a toda a hora. A esse nível, acredito que seja um trabalho extenuante.
Menção também para o texto criativo, muito bem escrito. Não é um espectáculo em que o Luís Franco Basto se limite a fazer imitações puras (tipo "Agora vou imitar o X... já está... agora vou imitar o Y"), mas existe uma interacção entre tudo e uma grande dinâmica narrativa.
É um espectáculo certamenet a repetir!
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