O São Luiz Teatro Municipal e a equipa d’ A Íntima Farsa associam-se ao entusiasmo futebolístico que o País vive neste momento adiando a estreia deste espectáculo para dia 28, quinta-feira, estendendo-se também a carreira até domingo, dia 1 de Julho.
Em plena crise de meia-idade, agravada pela morte da mãe, João, um escritor bem sucedido mas permanentemente insatisfeito, começa a frequentar um psicanalista e a expor, aos poucos, tudo o que de frustração, delírios, compulsões e raivas se foi acumulando na sua agastada máquina de existir. Os seus sonhos e as suas narrativas sobre as experiências conjugais que foi vivendo vão sendo representados em forma de um musical tragicómico. Entretanto, numa espécie de documentário televisivo, fala-se de um brutal assassinato que espantou a comunidade.
JP Simões, cantor e criador musical inspirado e persistente, arrisca trilhar as vias do teatro musical e propõe-nos, com a auto-ironia que o caracteriza, uma revisão da história de um escritor em crise de meia-idade. Marco Franco, multi-instrumentista e improvisador nato, e Victor Hugo Pontes, encenador habituado ao cruzamento de formas, juntam-se em busca das formas cénicas de representação da música original que se faz em Portugal.
O São Luiz Teatro Municipal e a equipa d’ A Íntima Farsa associam-se ao entusiasmo futebolístico que o País vive neste momento adiando a estreia deste espectáculo para dia 28, quinta-feira, estendendo-se também a carreira até domingo, dia 1 de Julho.
Em plena crise de meia-idade, agravada pela morte da mãe, João, um escritor bem sucedido mas permanentemente insatisfeito, começa a frequentar um psicanalista e a expor, aos poucos, tudo o que de frustração, delírios, compulsões e raivas se foi acumulando na sua agastada máquina de existir. Os seus sonhos e as suas narrativas sobre as experiências conjugais que foi vivendo vão sendo representados em forma de um musical tragicómico. Entretanto, numa espécie de documentário televisivo, fala-se de um brutal assassinato que espantou a comunidade.
JP Simões, cantor e criador musical inspirado e persistente, arrisca trilhar as vias do teatro musical e propõe-nos, com a auto-ironia que o caracteriza, uma revisão da história de um escritor em crise de meia-idade. Marco Franco, multi-instrumentista e improvisador nato, e Victor Hugo Pontes, encenador habituado ao cruzamento de formas, juntam-se em busca das formas cénicas de representação da música original que se faz em Portugal.
Não existem críticas.
50% Estudantes, menores de 30 anos, maiores de 65 anos, pessoas com deficiência e acompanhante, desempregados, profissionais do espectáculo, funcionários da CML e Empresas Municipais (extensível a um acompanhante)
30% Grupos de 10 pessoas ou mais
20% Protocolos e acordos
PREÇO ESPECIAL €5
Grupos escolares com 10 alunos ou mais e com marcação prévia (preço por pessoa; por cada 10 alunos, entrada gratuita para 1 professor).
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