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8 jul

POESIA-ME

Coordenação e seleção de textos Inês Fonseca Santos
Jardim de Inverno
Sábado 16h

Sinopse

POESIA
Jan - jul
POESIA-ME
CICLO DE LEITURAS PARA A INFÂNCIA
Coordenação e seleção de textos Inês Fonseca Santos
Sábados, 16h
Jardim de Inverno
Público-alvo: famílias e público em geral a partir dos 6 anos
M/ 6
1 sessão: €2
7 sessões: €10

PROGRAMA COMPLETO



Eis um lanche poético para os mais novos. Que pode ser maluco, como o da Alice; meloso, como os do Urso Puff; ou inusitado, como o que o Calvin fez para caçar o Hobbes. Quer isto dizer que será sempre imprevisível. Por incluir palavras. Que podem ser comidas: elas vão estar entre bolos, bolachas, sumos e chá, enfiadas em poemas que serão partilhados na companhia de quem os escreveu, desenhou ou de quem os queira transformar em sons, às vezes tocados, às vezes cantados, e sempre ditos em voz alta. 

Uma encomenda São Luiz Teatro Municipal


28 jan
POESIA-ME #1
O MISTÉRIO DOS MISTÉRIOS
Convidados: Álvaro Magalhães e Inês Fonseca Santos
Textos de Álvaro Magalhães

A vida é misteriosa
(antes e depois de ser breve, frágil, milagrosa).
Quem somos, de onde viemos, porque estamos aqui?
Esquece as perguntas, os mapas, as lições
e atira-te ao que está a acontecer
que a vida não é para ser decifrada
(o que, de resto, não adiante nada),
mas para se viver. 

(in Poesia-me, de Álvaro Magalhães e Cristina Valadas, ed. Asa)



18 fev
POESIA-ME #2
QUERER MUITO
Convidados: André da Loba e João Paulo Cotrim
Textos de João Paulo Cotrim

Porque
me dão um malmequer
quando quero o sol?
Porque me dão o sol
quando quero água?
Porque me dão água
quando quero um barco?

(in Querer Muito, de João Paulo Cotrim e André da Loba, ed. APCC)

vídeo POESIA-ME#2


11 mar
POESIA-ME #3
HÁ MAR E MAR
Convidados: Ricardo Henriques e André Letria
Textos de Ricardo Henriques

Alforreca
: Menos venenosa que um saco de plástico
Bússola: É magnética, mas não prende no frigorífico
Caravela: Pintava os olhos para melhor descobrir

(in Mar, de Ricardo Henriques e André Letria, ed. Pato Lógico)


1 abr
POESIA-ME #4
O JOGO DA GAULINHALINHA
Convidados: Patrícia Portela e Cláudia Jardim
Textos de Daniil Harms, Patrícia Portela e Cláudia Jardim

Um
inglês nunca mais conseguia lembrar-se de como se chama esta ave.
É uma — dizia ele — gaulinha. Ou seja, não é gaulinha, é gaulinhalinha. Aliás,
não é gaulinalinha, mas gaulianha. Irra! Não é gaulianha, é gaulinhanha. 

(in Esqueci-me como se chama, de Daniil Harms e Gonçalo Viana, ed. Bruaá)


29 abr
POESIA-ME #5
UMA COISA ASSIM PERFEITA
Convidados: Isabel Minhós Martins e Yara Kono
Textos de Isabel Minhós Martins

Como é que tanta Matemática,
Tanta Biologia,
Tanta simplicidade,
Tanta sabedoria...
Saem do rabo de uma galinha?

(in Como é que uma galinha..., de Isabel Minhós Martins e Yara Kono, ed. Planeta Tangerina)


6 mai
POESIA-ME #6
VIAS ALGUM INCONVENIENTE SE ME ASSOASSE?
Convidados: Catarina Requeijo e Victor Yovani
Textos de Manuel António Pina

Vias algum inconveniente se eu me assoasse?, perguntou o Escaravelho Contador de Histórias.
Depende, respondi eu. — (Estava a pensar que não seria conveniente, por exemplo, que ele se assoasse à manga da minha camisa.)
Então, o melhor é assoar-me, disse o Escaravelho.
Assoou-se à manga da camisa dele. (Eu nunca tinha visto um escaravelho assoar-se, mas se calhar nunca olhara durante o tempo suficiente.) Depois suspirou e continuou a contar histórias. Os escaravelhos sabem tantas histórias!

(in Histórias que me contaste tu, de Manuel António Pina e João Botelho, ed. Assírio & Alvim)


8 jul
POESIA-ME #7
QUATRO CANTOS DO MUNDO
Convidados/ Textos: Filipa Leal e Capicua 

— Ei, seu macaquinho de imitação! Quem és tu?
Quem és tu? Quem és tu? Quem és tu?
— Não estou para aturar macacos a esta hora... Já sei! Se calhar é um “macaco do nariz”. Está aí alguém? Sai já do meu nariz! Não, não está ninguém no meu nariz. A minha mãe bem diz que eu tenho é “macacos no sótão”, quer dizer, dentro da cabeça. Mas eu já aprendi que o que a minha mãe quer dizer é que eu tenho muuuuuuuita imaginação. Ela diz que isso não tem mal nenhum, que me vai ajudar pela vida fora. E, embora eu ainda não saiba ler, nem se importa que leia até mais tarde...

(in A Volta ao Mundo em 60 Minutos, texto de Filipa Leal para uma encenação de Joana Quelhas e Pedro Cabral, com música de Artur Guimarães, cenografia e figurinos de Carlos Neves e produção da Elenco Produções)

Sinopse

POESIA
Jan - jul
POESIA-ME
CICLO DE LEITURAS PARA A INFÂNCIA
Coordenação e seleção de textos Inês Fonseca Santos
Sábados, 16h
Jardim de Inverno
Público-alvo: famílias e público em geral a partir dos 6 anos
M/ 6
1 sessão: €2
7 sessões: €10

PROGRAMA COMPLETO



Eis um lanche poético para os mais novos. Que pode ser maluco, como o da Alice; meloso, como os do Urso Puff; ou inusitado, como o que o Calvin fez para caçar o Hobbes. Quer isto dizer que será sempre imprevisível. Por incluir palavras. Que podem ser comidas: elas vão estar entre bolos, bolachas, sumos e chá, enfiadas em poemas que serão partilhados na companhia de quem os escreveu, desenhou ou de quem os queira transformar em sons, às vezes tocados, às vezes cantados, e sempre ditos em voz alta. 

Uma encomenda São Luiz Teatro Municipal


28 jan
POESIA-ME #1
O MISTÉRIO DOS MISTÉRIOS
Convidados: Álvaro Magalhães e Inês Fonseca Santos
Textos de Álvaro Magalhães

A vida é misteriosa
(antes e depois de ser breve, frágil, milagrosa).
Quem somos, de onde viemos, porque estamos aqui?
Esquece as perguntas, os mapas, as lições
e atira-te ao que está a acontecer
que a vida não é para ser decifrada
(o que, de resto, não adiante nada),
mas para se viver. 

(in Poesia-me, de Álvaro Magalhães e Cristina Valadas, ed. Asa)



18 fev
POESIA-ME #2
QUERER MUITO
Convidados: André da Loba e João Paulo Cotrim
Textos de João Paulo Cotrim

Porque
me dão um malmequer
quando quero o sol?
Porque me dão o sol
quando quero água?
Porque me dão água
quando quero um barco?

(in Querer Muito, de João Paulo Cotrim e André da Loba, ed. APCC)

vídeo POESIA-ME#2


11 mar
POESIA-ME #3
HÁ MAR E MAR
Convidados: Ricardo Henriques e André Letria
Textos de Ricardo Henriques

Alforreca
: Menos venenosa que um saco de plástico
Bússola: É magnética, mas não prende no frigorífico
Caravela: Pintava os olhos para melhor descobrir

(in Mar, de Ricardo Henriques e André Letria, ed. Pato Lógico)


1 abr
POESIA-ME #4
O JOGO DA GAULINHALINHA
Convidados: Patrícia Portela e Cláudia Jardim
Textos de Daniil Harms, Patrícia Portela e Cláudia Jardim

Um
inglês nunca mais conseguia lembrar-se de como se chama esta ave.
É uma — dizia ele — gaulinha. Ou seja, não é gaulinha, é gaulinhalinha. Aliás,
não é gaulinalinha, mas gaulianha. Irra! Não é gaulianha, é gaulinhanha. 

(in Esqueci-me como se chama, de Daniil Harms e Gonçalo Viana, ed. Bruaá)


29 abr
POESIA-ME #5
UMA COISA ASSIM PERFEITA
Convidados: Isabel Minhós Martins e Yara Kono
Textos de Isabel Minhós Martins

Como é que tanta Matemática,
Tanta Biologia,
Tanta simplicidade,
Tanta sabedoria...
Saem do rabo de uma galinha?

(in Como é que uma galinha..., de Isabel Minhós Martins e Yara Kono, ed. Planeta Tangerina)


6 mai
POESIA-ME #6
VIAS ALGUM INCONVENIENTE SE ME ASSOASSE?
Convidados: Catarina Requeijo e Victor Yovani
Textos de Manuel António Pina

Vias algum inconveniente se eu me assoasse?, perguntou o Escaravelho Contador de Histórias.
Depende, respondi eu. — (Estava a pensar que não seria conveniente, por exemplo, que ele se assoasse à manga da minha camisa.)
Então, o melhor é assoar-me, disse o Escaravelho.
Assoou-se à manga da camisa dele. (Eu nunca tinha visto um escaravelho assoar-se, mas se calhar nunca olhara durante o tempo suficiente.) Depois suspirou e continuou a contar histórias. Os escaravelhos sabem tantas histórias!

(in Histórias que me contaste tu, de Manuel António Pina e João Botelho, ed. Assírio & Alvim)


8 jul
POESIA-ME #7
QUATRO CANTOS DO MUNDO
Convidados/ Textos: Filipa Leal e Capicua 

— Ei, seu macaquinho de imitação! Quem és tu?
Quem és tu? Quem és tu? Quem és tu?
— Não estou para aturar macacos a esta hora... Já sei! Se calhar é um “macaco do nariz”. Está aí alguém? Sai já do meu nariz! Não, não está ninguém no meu nariz. A minha mãe bem diz que eu tenho é “macacos no sótão”, quer dizer, dentro da cabeça. Mas eu já aprendi que o que a minha mãe quer dizer é que eu tenho muuuuuuuita imaginação. Ela diz que isso não tem mal nenhum, que me vai ajudar pela vida fora. E, embora eu ainda não saiba ler, nem se importa que leia até mais tarde...

(in A Volta ao Mundo em 60 Minutos, texto de Filipa Leal para uma encenação de Joana Quelhas e Pedro Cabral, com música de Artur Guimarães, cenografia e figurinos de Carlos Neves e produção da Elenco Produções)

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