DANÇA
24, 25 mar

BROTHER

Marco da Silva Ferreira
Sala Luis Miguel Cintra
Sexta e sábado, 21h

Sinopse

DANÇA
24, 25 mar
BROTHER
Marco da Silva Ferreira
Sexta e sábado, 21h
M/16
Sala Luis Miguel Cintra
€12 - €15 (com descontos €5 - €10,50) 
Passe: Hu(r)mano & Brother: €20 - €25 (com descontos €10 - €12,50)


25 mar – conversa com a equipa artística após o espetáculo moderada por Victor Hugo Pontes

Brother é uma criação para sete intérpretes que estabelece uma relação de complementaridade com o anterior trabalho Hu(r)mano. Em ambos, o foco é a dança existente em contexto de grupo, mas descolam-se uma da outra nas referências temporais e nos processos de composição.
Se em Hu(r)mano se abstratiza e se formaliza a dança contemporânea urbana, em Brother olho para uma ancestralidade comum e procuro pontos de afinidade e similaridade que sobreviveram às passagens geracionais e que estão reminiscentes nos corpos e na dança que ainda hoje se desenvolve. 
O que procuramos juntos através da dança? 
Brother compõe-se através do mimetismo constante entre os intérpretes que é gerador de movimento, comportamentos e padrões. Desenvolve-se vocabulário não-verbal que se regenera e se transforma ao longo do tempo através de compromissos ou desbloquedores que individualmente cada um manifesta. Surgem e desvanecem pontes móveis entre o agora e o longínquo.
À macro-escala é uma reflexão sobre herança, memória, códigos, processo de aprendizagem e transmissão. 
Brother é também um incómodo "bother". Uma tentativa de pulsar comum, uma sensação de pertence e de afecto, um eco de forças externas, e no fundo, uma assumida fragilidade pela constatação de perda e finitude. Um pernoitar por este lugar que se faz fazendo. 

«(...) Virtuosismo, acrobacia e alta intensidade são parte da força sedutora de Brother. A peça é, todavia, bem mais do que um desfile de corpos competentes. O silêncio absoluto ou os potentes ritmos electrónicos (em distintos padrões, volumes e texturas) contraem ou expandem os níveis energéticos em cena 
(...) A pulsação conjunta dos intérpretes fala-nos de conexões fraternas: como se a coreografia tivesse nascido de dinâmicas de grupo em improvisações não-verbais, os performers observam-se mutuamente, e deixam-se contagiar pelo som, ou por outro corpo, em acções uníssonas; por vezes, surge uma liderança, que propõe novos movimentos ao colectivo. Com subtileza, estes efeitos são reforçados: há cadências musicais prolongadas pelo som das respirações, e vozes que ficam a ressoar no ar. 
(...) a aturada investigação e selecção de materiais na base da sua peculiaríssima estética e linguagem fazem de Brother uma obra assinalável.»
Crítica (excerto) sobre Brother da autoria de Luísa Roubaud (Público, 24.01.2017) 


Direção artística e coreografia: Marco da Silva Ferreira; Assistência artística: Mara Andrade; Interpretação: Anaísa Lopes, Cristina Planas Leitão, Duarte Valadares, Filipe Caldeira, Marco da Silva Ferreira, Max Makowski, Vitor Fontes; Direção técnica e desenho de luz: Wilma Moutinho; Música (live act): Rui Lima e Sérgio Martins; Produção executiva: Célia Machado; Produção Pensamento Avulso, associação de artes performativas. 
Parceiros (residências) Centro Cultural Vila Flor, O Espaço do Tempo, Quinta do Rio.

Coprodução: Teatro Municipal do Porto - Rivoli.Campo Alegre; Centre Chorégraphique National de Rillieux-la-Pape/ Direção: Yuval Pick e São Luiz Teatro Municipal.

Sinopse

DANÇA
24, 25 mar
BROTHER
Marco da Silva Ferreira
Sexta e sábado, 21h
M/16
Sala Luis Miguel Cintra
€12 - €15 (com descontos €5 - €10,50) 
Passe: Hu(r)mano & Brother: €20 - €25 (com descontos €10 - €12,50)


25 mar – conversa com a equipa artística após o espetáculo moderada por Victor Hugo Pontes

Brother é uma criação para sete intérpretes que estabelece uma relação de complementaridade com o anterior trabalho Hu(r)mano. Em ambos, o foco é a dança existente em contexto de grupo, mas descolam-se uma da outra nas referências temporais e nos processos de composição.
Se em Hu(r)mano se abstratiza e se formaliza a dança contemporânea urbana, em Brother olho para uma ancestralidade comum e procuro pontos de afinidade e similaridade que sobreviveram às passagens geracionais e que estão reminiscentes nos corpos e na dança que ainda hoje se desenvolve. 
O que procuramos juntos através da dança? 
Brother compõe-se através do mimetismo constante entre os intérpretes que é gerador de movimento, comportamentos e padrões. Desenvolve-se vocabulário não-verbal que se regenera e se transforma ao longo do tempo através de compromissos ou desbloquedores que individualmente cada um manifesta. Surgem e desvanecem pontes móveis entre o agora e o longínquo.
À macro-escala é uma reflexão sobre herança, memória, códigos, processo de aprendizagem e transmissão. 
Brother é também um incómodo "bother". Uma tentativa de pulsar comum, uma sensação de pertence e de afecto, um eco de forças externas, e no fundo, uma assumida fragilidade pela constatação de perda e finitude. Um pernoitar por este lugar que se faz fazendo. 

«(...) Virtuosismo, acrobacia e alta intensidade são parte da força sedutora de Brother. A peça é, todavia, bem mais do que um desfile de corpos competentes. O silêncio absoluto ou os potentes ritmos electrónicos (em distintos padrões, volumes e texturas) contraem ou expandem os níveis energéticos em cena 
(...) A pulsação conjunta dos intérpretes fala-nos de conexões fraternas: como se a coreografia tivesse nascido de dinâmicas de grupo em improvisações não-verbais, os performers observam-se mutuamente, e deixam-se contagiar pelo som, ou por outro corpo, em acções uníssonas; por vezes, surge uma liderança, que propõe novos movimentos ao colectivo. Com subtileza, estes efeitos são reforçados: há cadências musicais prolongadas pelo som das respirações, e vozes que ficam a ressoar no ar. 
(...) a aturada investigação e selecção de materiais na base da sua peculiaríssima estética e linguagem fazem de Brother uma obra assinalável.»
Crítica (excerto) sobre Brother da autoria de Luísa Roubaud (Público, 24.01.2017) 


Direção artística e coreografia: Marco da Silva Ferreira; Assistência artística: Mara Andrade; Interpretação: Anaísa Lopes, Cristina Planas Leitão, Duarte Valadares, Filipe Caldeira, Marco da Silva Ferreira, Max Makowski, Vitor Fontes; Direção técnica e desenho de luz: Wilma Moutinho; Música (live act): Rui Lima e Sérgio Martins; Produção executiva: Célia Machado; Produção Pensamento Avulso, associação de artes performativas. 
Parceiros (residências) Centro Cultural Vila Flor, O Espaço do Tempo, Quinta do Rio.

Coprodução: Teatro Municipal do Porto - Rivoli.Campo Alegre; Centre Chorégraphique National de Rillieux-la-Pape/ Direção: Yuval Pick e São Luiz Teatro Municipal.

Críticas

Não existem críticas.

Preçário

0

Descontos

50% 
Cartão Maria&Luiz
Menores de 30 Anos (1ª Plateia; Camarotes Centrais e 1º Balcão Central)
Maiores de 65 anos, pessoas com deficiência e acompanhante, desempregados,estudantes, profissionais do espetáculo, funcionários da CML e Empresas Municipais 

30% 
Grupos de 10 pessoas ou mais

20% 
Protocolos e acordos

€5
Menores de 30 Anos (2ª Plateia; Frisas; 2º Balcão e Camarotes de 2ª)

Nota: É favor fazer-se acompanhar de um documento que comprove o desconto à entrada.

Comentários

Não possui comentários. Envie o Seu !

stqqssd
        1 2 3
4 5 6 7 8 9 10
11 12 13 14 15 16 17
18 19 20 21 22 23 24
25 26 27 28 29 30  
 
BILHETEIRA
 
bilheteira@teatrosaoluiz.pt
Tel.  (+351) 213 257 650
Todos os dias, das 13h às 20h
Siga-nos no: facebook