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6 – 11 mar

MAPA - Contos e Cantos

De Fernando Mota
Sala Mário Viegas
Escolas: terça a sexta, 10h30; Famílias: sábado e domingo, 16h

Sinopse

Multidisciplinar – estreia
6 – 11 mar
MAPA - Contos e Cantos
De Fernando Mota
Sala Mário Viegas
Público-alvo: 1º ciclo do ensino básico (> 6 anos)
M/6


Escolas: terça a sexta, 10h30
€3 crianças (entrada livre para os acompanhantes)

Famílias: sábado e domingo, 16h
€3 crianças; €7 adultos

10 mar, sábado: conversa com a equipa após o espetáculo
11 mar, domingo, 16h: SD – Sessão Descontraída *


MAPA é um projecto que engloba duas versões do mesmo espectáculo: Estórias de Mundos Distantes (para adultos) e Contos e Cantos (para a infância). Na sua génese está a pesquisa de histórias de resistência e evasão em países e territórios em guerra, com especial enfoque nos universos feminino e infantil. Criado a partir de textos originais, poesia oral de mulheres afegãs, músicas e sonoridades de várias culturas de África e do Médio Oriente e outros materiais plásticos e audiovisuais, procura fazer uma reflexão sobre os conceitos de território e fronteira, de pertença e de liberdade.

Criação e Interpretação: Fernando Mota; Dramaturgia e Traduções: Francisco Luís Parreira; Textos Adicionais: Poesia Popular Afegã, Eduardo Galeano; Direção Cénica: Caroline Bergeron; Música: Fernando Mota; Música Adicional: Braima Galissa, George Gurdjieff, Woody Guthrie; Cenografia: Fernando Ribeiro; Desenho de Luz: José Álvaro Correia; Vídeos: Miguel Quental; Operação Técnica: Catarina Côdea; Produção Executiva: Violeta Mandillo
Actrizes nos Videos: Ana Sofia Paiva, Cláudia Andrade e Lucília Raimundo; Vozes gravadas: Ana Sofia Paiva, Cláudia Andrade, Gaspar Vasques, Lucília Raimundo, Serena Sabat e Tiago Mota
Agradecimentos: Braima Galissa, Cláudia Andrade, Domingos Morais, José Grossinho, Laura Mendes Pinto, Moz Carrapa, Nuno Figueira , Rabat Dabah, Serena Sabat

Coprodução: Cine-Teatro Louletano, Teatro Aveirense e São Luiz Teatro Municipal
Projeto financiado pelo Governo de Portugal / Ministério da Cultura / Direção Geral das Artes.


É no pano que resta de uma tenda que são projetadas as imagens em palco. Fernando Mota está sozinho, mas não lhe faltam vozes nem personagens ao redor. Há caixas de madeira e sacos de serapilheira no chão, caldeiras de chapa suspensas do teto. Mapa é um espetáculo imersivo. Onírico e cinematográfico mais do que documental, quer levar os espectadores para territórios e quotidianos bem diferentes dos seus: lugares há muito em conflito, povoados de gente desfavorecida, sem terra, sem casa, sem quase nada. Não é sobre a guerra, mas sobre quem a ela vai sobrevivendo e resistindo. Olha para regiões como o Afeganistão, a Síria, o Sudão, a Nigéria, a Palestina ou tantos outros e procura ver como vivem as crianças e as mulheres, enquanto os homens fazem a guerra. São histórias paralelas aos conflitos armados, é o outro lado, visto em micro e meta narrativas sugeridas ali em palco, num espetáculo multidisciplinar, que usa música, vídeo, texto dito e texto gravado.
A ideia deste projeto nasceu da vontade de trabalhar a partir dos poemas das mulheres afegãs, os landay. Aquilo que seria um espetáculo para adultos acabou por se transformar em duas peças distintas: Mapa – Cantos e Contos, para crianças maiores de seis anos, e Mapa – Estórias de Mundos Distantes, pensado para um público com mais de 16 anos. Em ambos se põe em palco o mesmo universo, adaptando a mensagem à faixa etária a que se destina.


* Sessão Descontraída: 11 mar, domingo, 16h
Sessões Descontraídas são sessões de teatro, dança, cinema que podem decorrer numa atmosfera mais descontraída e acolhedora e com mais tolerância no que diz respeito ao movimento e ao barulho na plateia; podem ainda implicar pequenos ajustes no espetáculo (iluminação, som) e no acolhimento do público, para melhor se adaptarem às suas necessidades. As Sessões Descontraídas procuram reduzir os níveis de ansiedade e tornar a experiência mais agradável. 

Destinam-se a todos os indivíduos e famílias. Pessoas com condições do espetro autista (ASD), incluindo síndrome de Asperger; síndrome de Down, de Tourette; crianças com défice de atenção; pessoas com deficiência intelectual ou em estados iniciais de demência; pessoas com deficiências sensoriais, sociais ou de comunicação. 

Não são, no entanto, uma forma de contrariar a classificação etária (por exemplo, permitir que crianças muito pequenas possam assistir a espetáculos que não sejam adequados para a sua idade). Da mesma forma, não procuram criar um espaço para outro tipo de atividade durante o espetáculo que não o usufruto do mesmo. Esta é uma colaboração entre equipamentos culturais e pais, cuidadores e acompanhantes, para que todas as pessoas possam assistir ao mesmo espetáculo.  

Mais informação em acessocultura.org

Informações e reservas:  213 257 662 | nunosantos@egeac.pt





Sinopse

Multidisciplinar – estreia
6 – 11 mar
MAPA - Contos e Cantos
De Fernando Mota
Sala Mário Viegas
Público-alvo: 1º ciclo do ensino básico (> 6 anos)
M/6


Escolas: terça a sexta, 10h30
€3 crianças (entrada livre para os acompanhantes)

Famílias: sábado e domingo, 16h
€3 crianças; €7 adultos

10 mar, sábado: conversa com a equipa após o espetáculo
11 mar, domingo, 16h: SD – Sessão Descontraída *


MAPA é um projecto que engloba duas versões do mesmo espectáculo: Estórias de Mundos Distantes (para adultos) e Contos e Cantos (para a infância). Na sua génese está a pesquisa de histórias de resistência e evasão em países e territórios em guerra, com especial enfoque nos universos feminino e infantil. Criado a partir de textos originais, poesia oral de mulheres afegãs, músicas e sonoridades de várias culturas de África e do Médio Oriente e outros materiais plásticos e audiovisuais, procura fazer uma reflexão sobre os conceitos de território e fronteira, de pertença e de liberdade.

Criação e Interpretação: Fernando Mota; Dramaturgia e Traduções: Francisco Luís Parreira; Textos Adicionais: Poesia Popular Afegã, Eduardo Galeano; Direção Cénica: Caroline Bergeron; Música: Fernando Mota; Música Adicional: Braima Galissa, George Gurdjieff, Woody Guthrie; Cenografia: Fernando Ribeiro; Desenho de Luz: José Álvaro Correia; Vídeos: Miguel Quental; Operação Técnica: Catarina Côdea; Produção Executiva: Violeta Mandillo
Actrizes nos Videos: Ana Sofia Paiva, Cláudia Andrade e Lucília Raimundo; Vozes gravadas: Ana Sofia Paiva, Cláudia Andrade, Gaspar Vasques, Lucília Raimundo, Serena Sabat e Tiago Mota
Agradecimentos: Braima Galissa, Cláudia Andrade, Domingos Morais, José Grossinho, Laura Mendes Pinto, Moz Carrapa, Nuno Figueira , Rabat Dabah, Serena Sabat

Coprodução: Cine-Teatro Louletano, Teatro Aveirense e São Luiz Teatro Municipal
Projeto financiado pelo Governo de Portugal / Ministério da Cultura / Direção Geral das Artes.


É no pano que resta de uma tenda que são projetadas as imagens em palco. Fernando Mota está sozinho, mas não lhe faltam vozes nem personagens ao redor. Há caixas de madeira e sacos de serapilheira no chão, caldeiras de chapa suspensas do teto. Mapa é um espetáculo imersivo. Onírico e cinematográfico mais do que documental, quer levar os espectadores para territórios e quotidianos bem diferentes dos seus: lugares há muito em conflito, povoados de gente desfavorecida, sem terra, sem casa, sem quase nada. Não é sobre a guerra, mas sobre quem a ela vai sobrevivendo e resistindo. Olha para regiões como o Afeganistão, a Síria, o Sudão, a Nigéria, a Palestina ou tantos outros e procura ver como vivem as crianças e as mulheres, enquanto os homens fazem a guerra. São histórias paralelas aos conflitos armados, é o outro lado, visto em micro e meta narrativas sugeridas ali em palco, num espetáculo multidisciplinar, que usa música, vídeo, texto dito e texto gravado.
A ideia deste projeto nasceu da vontade de trabalhar a partir dos poemas das mulheres afegãs, os landay. Aquilo que seria um espetáculo para adultos acabou por se transformar em duas peças distintas: Mapa – Cantos e Contos, para crianças maiores de seis anos, e Mapa – Estórias de Mundos Distantes, pensado para um público com mais de 16 anos. Em ambos se põe em palco o mesmo universo, adaptando a mensagem à faixa etária a que se destina.


* Sessão Descontraída: 11 mar, domingo, 16h
Sessões Descontraídas são sessões de teatro, dança, cinema que podem decorrer numa atmosfera mais descontraída e acolhedora e com mais tolerância no que diz respeito ao movimento e ao barulho na plateia; podem ainda implicar pequenos ajustes no espetáculo (iluminação, som) e no acolhimento do público, para melhor se adaptarem às suas necessidades. As Sessões Descontraídas procuram reduzir os níveis de ansiedade e tornar a experiência mais agradável. 

Destinam-se a todos os indivíduos e famílias. Pessoas com condições do espetro autista (ASD), incluindo síndrome de Asperger; síndrome de Down, de Tourette; crianças com défice de atenção; pessoas com deficiência intelectual ou em estados iniciais de demência; pessoas com deficiências sensoriais, sociais ou de comunicação. 

Não são, no entanto, uma forma de contrariar a classificação etária (por exemplo, permitir que crianças muito pequenas possam assistir a espetáculos que não sejam adequados para a sua idade). Da mesma forma, não procuram criar um espaço para outro tipo de atividade durante o espetáculo que não o usufruto do mesmo. Esta é uma colaboração entre equipamentos culturais e pais, cuidadores e acompanhantes, para que todas as pessoas possam assistir ao mesmo espetáculo.  

Mais informação em acessocultura.org

Informações e reservas:  213 257 662 | nunosantos@egeac.pt





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