FESTIVAL
25 maio – 9 junho

Alkantara Festival

Todos os Espaços do Teatro

Sinopse

Dança - Teatro
25 maio – 9 junho
ALKANTARA FESTIVAL

2018 marca o 25º aniversário da Danças na Cidade/Alkantara. A 15ª edição do festival; a quinta (e última) da sua atual direção artística; os 50 anos do Maio de 68 e 100 anos do final da primeira Grande Guerra. 

Comemorar. O Alkantara 2018 vai celebrar os seus 25 anos de vida na linha da frente da cultura portuguesa contemporânea. Mas, ao mesmo tempo, procura questionar essas celebrações: o que fazemos quando comemoramos? Como evitamos a armadilha da nostalgia, da vaidade? Como usamos esse momento para fazer um balanço crítico e atrevermo-nos a um olhar franco sobre o futuro? Sobre o festival, os seus artistas e o mundo com o qual estão tão fortemente relacionados?
Olhando para os muros (sempre maiores) da fortaleza da Europa/da Europa fortificada, o Alkantara 2018 convida artistas de ambos os lados da Grande Divisão (cada vez maior) para responder aos desafios destes tempos brutais e confusos.
O São Luiz Teatro Municipal, uma casa fundamental e aberta desde há várias edições do festival, acolhe algumas dessas vozes essenciais para nos gritar ou sussurrar as suas histórias.

Thomas Walgrave (diretor artístico Alkantara Festival)


Estreia Nacional
25 e 26 maio
7
RADOUAN MRIZIGA (MARROCOS)
Sexta e sábado, 21h
Sala Luís Miguel Cintra
M/12
€12 (com descontos €5 a €8,40)

Mriziga coloca lado a lado a escala do mundo construído, feito para impressionar, e a da derradeira maravilha do mundo: o corpo humano.

São Luiz Mais Novos
Estreia
26 e 27 maio
GRÁFICO DO GESTO
ALDARA BIZARRO (PORTUGAL)
Sábado e domingo, 16h
Sala Mário Viegas
Público-alvo: Famílias com crianças a partir dos 10 anos
M/6
€3 (crianças), €7 (adultos)


Os canhotos fazem os gestos todos à esquerda ou deixam alguns para fazer com a mão direita? Assinar uma petição é um gesto? Os tiques são gestos? Há gestos que precisam de ser ensaiados? O gesto é ação? Uma reflexão sobre a
composição gráfica, a dimensão e a relevância do gesto.

Estreia e estreias nacionais
31 maio e 1 junho
MUYTE MAKER
FLORA DÉTRAZ (FRANÇA)
INFINI #5
RIMAH JABR & DECORATELIER JOZEF WOUTERS (PALESTINA/BÉLGICA)
LE KOMBI
JEANNOT KUMBONYEKI (REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DO CONGO)
Quinta e sexta, 21h
Sala Mário Viegas, Sala Luis Miguel Cintra e Sala Bernardo Sassetti
M/12
€15 (com descontos €5 a €10,50;bilhete único para sessão tripla)



Três espetáculos para ver numa sessão tripla em várias salas do Teatro São Luiz.
Em Muyte Maker, Flora Détraz continua a sua pesquisa em torno da voz para lá do seu funcionalismo básico, procurando uma abordagem musical à dança e celebrando corpos desobedientes, anormais e irracionais que cantam copiosamente, riem polifonicamente, dançam cegamente e tagaleram cacofonicamente.
O cenógrafo Jozef Wouters, estabelecido em Bruxelas, escreveu à dramaturga e encenadora palestiniana Rimah Jabr, perguntando que tipo de espaço ou paisagem gostaria que fosse representado em palco – uma troca de correspondência que começou com fotografias dos túneis por baixo do muro de Gaza e que resultou em Infini #5.
O bailarino congolês Jeannot Kumbonyeki, virtuoso do krump, do break e da dança contemporânea, comenta em Le Kombi o caos da vida quotidiana em Kinshasa a partir do sistema privado de carrinhas Kombi, de condução imprudente.

Estreias nacionais
2 e 3 junho
RADIO NO FREQUENCY
ZINA ZAROUR (PALESTINA)
INFINI #5
RIMAH JABR & DECORATELIER JOZEF WOUTERS (PALESTINA/BÉLGICA)
TRANSOBJETO
WAGNER SCHWARTZ (BRASIL)
Sábado e domingo, 21h
Sala Bernardo Sassetti, Sala Luis Miguel Cintra e Sala Mário Viegas
M/14
€15 (com descontos €5 a €10,50; bilhete único para sessão tripla)

 
Três espetáculos para ver numa sessão tripla em várias salas do Teatro São Luiz.
Radio No Frequency é a versão ao vivo de um programa de rádio online com o mesmo nome. Gerido por voluntários, dá que falar na comunidade palestiniana, com o seu humor mordaz e afirmações provocadoras em torno de assuntos como autoridade, censura, classe, género ou o papel dos media e da arte.
O cenógrafo Jozef Wouters, estabelecido em Bruxelas, escreveu à dramaturga e encenadora palestiniana Rimah Jabr, perguntando que tipo de espaço ou paisagem gostaria que fosse representado em palco – uma troca de correspondência que começou com fotografias dos túneis por baixo do muro de Gaza e que resultou em Infini #5.
Viajando através de numerosas referências ao movimento tropicalista dos anos 70, o coreógrafo brasileiro Wagner Schwartz investiga, em Transobjeto, a forma como as afirmações libertadoras do Tropicalismo continuam a ser relevantes à luz dos atuais acontecimentos no Brasil e no mundo.

Sinopse

Dança - Teatro
25 maio – 9 junho
ALKANTARA FESTIVAL

2018 marca o 25º aniversário da Danças na Cidade/Alkantara. A 15ª edição do festival; a quinta (e última) da sua atual direção artística; os 50 anos do Maio de 68 e 100 anos do final da primeira Grande Guerra. 

Comemorar. O Alkantara 2018 vai celebrar os seus 25 anos de vida na linha da frente da cultura portuguesa contemporânea. Mas, ao mesmo tempo, procura questionar essas celebrações: o que fazemos quando comemoramos? Como evitamos a armadilha da nostalgia, da vaidade? Como usamos esse momento para fazer um balanço crítico e atrevermo-nos a um olhar franco sobre o futuro? Sobre o festival, os seus artistas e o mundo com o qual estão tão fortemente relacionados?
Olhando para os muros (sempre maiores) da fortaleza da Europa/da Europa fortificada, o Alkantara 2018 convida artistas de ambos os lados da Grande Divisão (cada vez maior) para responder aos desafios destes tempos brutais e confusos.
O São Luiz Teatro Municipal, uma casa fundamental e aberta desde há várias edições do festival, acolhe algumas dessas vozes essenciais para nos gritar ou sussurrar as suas histórias.

Thomas Walgrave (diretor artístico Alkantara Festival)


Estreia Nacional
25 e 26 maio
7
RADOUAN MRIZIGA (MARROCOS)
Sexta e sábado, 21h
Sala Luís Miguel Cintra
M/12
€12 (com descontos €5 a €8,40)

Mriziga coloca lado a lado a escala do mundo construído, feito para impressionar, e a da derradeira maravilha do mundo: o corpo humano.

São Luiz Mais Novos
Estreia
26 e 27 maio
GRÁFICO DO GESTO
ALDARA BIZARRO (PORTUGAL)
Sábado e domingo, 16h
Sala Mário Viegas
Público-alvo: Famílias com crianças a partir dos 10 anos
M/6
€3 (crianças), €7 (adultos)


Os canhotos fazem os gestos todos à esquerda ou deixam alguns para fazer com a mão direita? Assinar uma petição é um gesto? Os tiques são gestos? Há gestos que precisam de ser ensaiados? O gesto é ação? Uma reflexão sobre a
composição gráfica, a dimensão e a relevância do gesto.

Estreia e estreias nacionais
31 maio e 1 junho
MUYTE MAKER
FLORA DÉTRAZ (FRANÇA)
INFINI #5
RIMAH JABR & DECORATELIER JOZEF WOUTERS (PALESTINA/BÉLGICA)
LE KOMBI
JEANNOT KUMBONYEKI (REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DO CONGO)
Quinta e sexta, 21h
Sala Mário Viegas, Sala Luis Miguel Cintra e Sala Bernardo Sassetti
M/12
€15 (com descontos €5 a €10,50;bilhete único para sessão tripla)



Três espetáculos para ver numa sessão tripla em várias salas do Teatro São Luiz.
Em Muyte Maker, Flora Détraz continua a sua pesquisa em torno da voz para lá do seu funcionalismo básico, procurando uma abordagem musical à dança e celebrando corpos desobedientes, anormais e irracionais que cantam copiosamente, riem polifonicamente, dançam cegamente e tagaleram cacofonicamente.
O cenógrafo Jozef Wouters, estabelecido em Bruxelas, escreveu à dramaturga e encenadora palestiniana Rimah Jabr, perguntando que tipo de espaço ou paisagem gostaria que fosse representado em palco – uma troca de correspondência que começou com fotografias dos túneis por baixo do muro de Gaza e que resultou em Infini #5.
O bailarino congolês Jeannot Kumbonyeki, virtuoso do krump, do break e da dança contemporânea, comenta em Le Kombi o caos da vida quotidiana em Kinshasa a partir do sistema privado de carrinhas Kombi, de condução imprudente.

Estreias nacionais
2 e 3 junho
RADIO NO FREQUENCY
ZINA ZAROUR (PALESTINA)
INFINI #5
RIMAH JABR & DECORATELIER JOZEF WOUTERS (PALESTINA/BÉLGICA)
TRANSOBJETO
WAGNER SCHWARTZ (BRASIL)
Sábado e domingo, 21h
Sala Bernardo Sassetti, Sala Luis Miguel Cintra e Sala Mário Viegas
M/14
€15 (com descontos €5 a €10,50; bilhete único para sessão tripla)

 
Três espetáculos para ver numa sessão tripla em várias salas do Teatro São Luiz.
Radio No Frequency é a versão ao vivo de um programa de rádio online com o mesmo nome. Gerido por voluntários, dá que falar na comunidade palestiniana, com o seu humor mordaz e afirmações provocadoras em torno de assuntos como autoridade, censura, classe, género ou o papel dos media e da arte.
O cenógrafo Jozef Wouters, estabelecido em Bruxelas, escreveu à dramaturga e encenadora palestiniana Rimah Jabr, perguntando que tipo de espaço ou paisagem gostaria que fosse representado em palco – uma troca de correspondência que começou com fotografias dos túneis por baixo do muro de Gaza e que resultou em Infini #5.
Viajando através de numerosas referências ao movimento tropicalista dos anos 70, o coreógrafo brasileiro Wagner Schwartz investiga, em Transobjeto, a forma como as afirmações libertadoras do Tropicalismo continuam a ser relevantes à luz dos atuais acontecimentos no Brasil e no mundo.

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