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TEATRO
14 JAN A 14 FEV
A CIDADE
TEATRO DA CORNUCÓPIA
SALA PRINCIPAL M/16
Quarta a Sábado às 21h00; Domingo às 16h00
Sinopse
"Diz-se que foi na Grécia Antiga que nasceu a Civilização Ocidental e que foi em Atenas, vários séculos antes de Cristo, que nasceu a Democracia. Nas comédias de Aristófanes, por sinal um conservador, no violento e insurrecto humor com que nelas retrata a vida daquela cidade ‘perfeita’, nestes textos escritos há 2.500 anos, fomos encontrar o material para a composição do guião deste espectáculo. É com as confusões e as dificuldades da vida numa sociedade que se quer democrática, a corrupção da sua política, o seu desejo de paz, as suas saudades do campo, a maneira como convive com os seus ‘poetas’, as peripécias sexuais e conjugais que se geram na coexistência do público e do privado, em suma, com a vida da polis, e através das mais que inevitáveis semelhanças com os contratempos dos nossos dias, que este espectáculo quer brincar. Uma grotesca metáfora de todas as Cidades, construída por um grande grupo de actores no palco do São Luiz, teatro da cidade de Lisboa." Luis Miguel Cintra Tradução Maria de Fátima Sousa e Silva, Custódio Magueijo (Nuvens) Adaptação e colagem de textos Luis Miguel Cintra Encenação Luis Miguel Cintra Cenário e Figurinos Cristina Reis Desenho de luz Daniel Worm d’Assumpção Música Eurico Carrapatoso Direcção musical João Paulo Santos Acompanhamento vocal Luís Madureira Assistente de encenação Manuel Romano com Bruno Coelho Assistentes para o cenário e figurinos Linda Gomes Teixeira, Luís Miguel Santos Director técnico Jorge Esteves Construção e montagem de cenário João Paulo Araújo, Abel Fernando com Tomás Caldeira Montagem de luz Rui Seabra Operação de luz Rui Seabra Guarda-roupa Emília Lima Costureiras Maria Barradas, Maria do Sameiro Santos, Teresa Balbi Apoio para a caracterização Sano de Perpessac Conservação do Guarda-roupa Maria do Sameiro Santos Contra-regra Manuel Romano Secretária da Companhia Amália Barriga
Interpretação Bruno Nogueira, Carolina Villaverde Rosado, Dinarte Branco, Dinis Gomes, Duarte Guimarães, Gonçalo Waddington, José Manuel Mendes, Luísa Cruz, Luís Lima Barreto, Luis Miguel Cintra, Márcia Breia, Maria Rueff, Marina Albuquerque, Nuno Lopes, Ricardo Aibéo, Rita Durão, Rita Loureiro, Sofia Marques, Teresa Madruga
Músicos Miguel Silva trompete; Bruno Sousa clarinete; Pedro Florindo ou Pedro Sampaio tuba; Marco Fernandes ou José Carlos Almeida percussão(caixa, bombo e pratos)
Co-Produção SLTM ~ Teatro da Cornucópia
Consulte o programa aqui
Fique para falar com os actores, dia 31 JAN, domingo, depois do espectáculo.
Sessão com interpretação em Língua Gestual Portuguesa 31 JAN Domingo às 16h00 Necessária marcação com 7 dias de antecedência: Tel. 213 257 650 / bilheteira@teatrosaoluiz.pt
Programas em Braille e ampliado Necessário contactar o Teatro com 7 dias de antecedência: Tel. 213 257 640 / geral@teatrosaoluiz.pt
Apoio institucional

Críticas
Não existem críticas.
Preçário
0
Descontos
50% Estudantes, maiores de 65 anos, pessoas com deficiência e acompanhante, desempregados, profissionais do espectáculo, funcionários da CML e Empresas Municipais (extensível a um acompanhante). 30% Grupos de 10 pessoas ou mais. 20% Protocolos e acordos.
PREÇO ESPECIAL €5 Menores de 30 anos (excepto 1ª plateia, 1º balcão central e camarotes de 1ª ordem central). Grupos escolares / preço por pessoa (por cada 10 alunos, entrada gratuita para 1 professor). Lugares de visibilidade reduzida (Vendidos apenas no dia do espectáculo ou quando os restantes lugares esgotarem)
Duração 3h45 c/intervalo
Fique para falar com os actores, dia 31 JAN, domingo, depois do espectáculo.
Sessão com interpretação em Língua Gestual Portuguesa 31 JAN Domingo às 16h00 Necessária marcação com 7 dias de antecedência: Tel. 213 257 650 / bilheteira@teatrosaoluiz.pt
Programas em Braille e ampliado Necessário contactar o Teatro com 7 dias de antecedência: Tel. 213 257 640 / geral@teatrosaoluiz.pt
Bilhetes à venda também em www.ticketline.pt e nos locais habituais.
Comentários
Andreia
21 Fevereiro 2010 - 22h54m
Gostaria de saber se vao levar esta peça ao Porto.
obrigada
Rui Ferreira
19 Fevereiro 2010 - 22h54m
Muito mau!Fiquei mesmo muito triste com esta peça depois de tudo o que se viu na Cornucópia.Não se entende mesmo como foi possível fazer isto...
Cecília
17 Fevereiro 2010 - 21h39m
Fantástica! Sim, a peça é muito longa mas vale bem a pena todo o tempo. Os actores são fantásticos e o encenador fez um excelente trabalho. Confesso que estava com algum receio do que poderia sair dali, mas foi dos melhores serões passados num teatro. O Nuno Lopes é demais... mesmo doente ainda faz tudo aquilo! Simplesmente Genial :) Os meus sinceros parabéns a todos os que contribuíram para este espectáculo.
goreti
15 Fevereiro 2010 - 20h04m
Achei a Peça Fantástica, com uma actuação à flor da pele,100% conseguida,pois os Actores entregaram-se totalmente.Quero agredecer a todos pelos momentos Felizes que porporcionaram a todos quantos estiveram ontem ,14 de Fevereiro,no Teatro S. Luís e só posso terminar deixando um Bem Haja ao Luís Miguel Sintra e a todos os actores, que sabem que sãofantásticos!
ana silva
15 Fevereiro 2010 - 11h37m
rabos chamuscados
Ana Silva
15 Fevereiro 2010 - 11h23m
Foi a pior peça que vi. Por mais argumentos que possam ser utilizados , culturais, intelectuais, a peça não envolve. Está-se em esforço. O público faz de conta que sente. Mal comparado é pior do que certas homilias, em que os padres pregam uma moral fora de tempo, com modos e palavras ocas. Prefiro as homilias, pelo menos não são tão elaboradas, com artificios pretenciosos, que tentam agradar a um grupo muito específico com piadinhas de rabos samuscados...
Omid Bahrami
14 Fevereiro 2010 - 17h13m
Pessoalmente adorei esta peça, foi muito bom trabalhado. o Nuno Lopes fez um papel Fantástico a pesar disso que tem uma perna partida.
Sara
06 Fevereiro 2010 - 14h39m
Concordo em parte com alguns dos comentários que aqui foram expostos. É verdade que a peça é demasiado longa e que algumas partes poderiam ser suprimidas. Mas de resto nada mais tenho a apontar. Gostei muito mesmo apesar de saber que muita gente não partilha da mesma opinião. O actor Nuno Lopes foi grandioso e mesmo tendo a pé partido foi, para mim, um dos grandes pilares da peça. A última cena do pássaro foi divinal. Em suma, muitos parabéns a todos os actores. Foi um prazer passar um serão na vossa companhia
Pedro Boavida
05 Fevereiro 2010 - 21h06m
Não fui ver a peça mas estou muito curioso, no dia de hoje fui arrastado ao calhas a ler no google um livro soubre as artes do teatro e num pequeno texto o escritor fala sobre a sua origem, grécia antiga, thespis, os hipócritas, aristóteles... etc, foi curioso porque nunca me interesei por tal, entretando e mais no final do dia li a revista da ticketline, lá falava sobre esta peça e a sua ligação com os testos que li, por fim aqui cheguei e pelo que li fiquei muito impressionado.
mas pelo que li falam sem saber, comparam isto com revista, sigam o comentário anterior... leiam primeiro algo sobre o que vão ver, as caras são conhecidas mas não garatem intertenimento...
Liliana Dias
03 Fevereiro 2010 - 00h13m
Fui ver a peça no domingo. Pessoalmente gostei bastante e tenho-a recomendado a quem conheço. Está uma sátira muito bem conseguida, se analisarmos bem, o estado da política abordada na peça, é o mesmo do da nossa de hoje em dia. Quanto ao som, ouvi e percebi perfeitamente o que estava a ser dito. Quero ainda agradecer e felicitar a direcção do teatro pelas seesões com tradução em Língua Gestual Portuguesa, continuem e divulguem mais vezes estas sessões! Obrigada também aos actores por terem a sensibilidade de tentarem adaptar a sua actuação sempre que têm este tipo de público, tão diferente e tão especial! Quero deixar os meus votos de rápidas melhoras ao Nuno Lopes. E por último, mas não menos importante, os meus mais sinceros parabéns a todos!!!
João Carvalho
01 Fevereiro 2010 - 18h08m
Viva,
Fui ontem assistir com a minha esposa e um grupo de amigos à sessão das 16h desta peça.
De longe a pior que já assisti no teatro. O argumento é demasiado básico (eu diria mesmo um insulto) e na falta dele a peça recorre à piada barata, ordinária e fácil em torno do tema sexualidade. Os actores tiveram que desnudar algumas partes (inclusivé) menos proprias do corpo para conseguir acordar uma audiência meio a dormir (literalmente!).
Além disso, no 2o balcão o som era insuficiente e muitas das falas dos actores não chegavam até lá. Quem fica na 2a fila tem ainda pela frente umas barras (corrimão) que corta parte do campo de visão.
A encenação foi paupérrima. Estática, limitando-se a variar de luz azul para tom castanho no final da 1a parte. Já não assisti ao resto porque declarei a peça como "perda de tempo" e juntamente com alguns amigos já não voltámos para a 2a parte. Não me arrependi pois o que ficarram até ao fim dizem que ainda conseguiu piorar.
Assim, não vale a pena ir ao teatro. Definitivamente, não recomendo.
Reparei que alguns alunos tinha sido recomendados para ver esta peça. Tenho pena porque foi deseducativo. Espero que não tenham ficado a pensar que isto é que é o teatro.
João Carvalho
hugo tourita
01 Fevereiro 2010 - 17h32m
os que acham uma massada, talvez fosse melhor lerem 1º algo sobre aristofanes. e depois então tecer alguma critica. é porque aquilo é completamente o que aristofanes pede.
ricardo oliveira
01 Fevereiro 2010 - 17h22m
o meu comentário diz respeito à falta de condições sonoras do espectáculo. assisti à peça do 2º balcão e ouvia-se muito mal a voz dos actores, a mesma opinião foi partilhada por outras pessoas que estavam na mesma zona. A organização tem de se preocupar com estas questões antes de lançar uma peça neste teatro tão conceituado e com um elenco de excelentes actores. paguei por uma coisa que não consegui ouvir, o que num pais que se quer civilizado dá direito a uma compensação pois não desfrutei do espectulo nem 10%. fica aqui o aviso para os próximos que queiram assitir à peça.
Jorge Gabriel
01 Fevereiro 2010 - 15h59m
Nenhum vinho português deste milénio vale 150€.
Nenhum teatro devia comprar esta peça.
Nenhuma peça deve demorar 3H45 no São Luiz.
Não sei de quem tenho mais pena: das pessoas ou dos actores.
Pelos comentários, depreende-se que a qualidade da peça tem efeitos muito extremos: ou se adora ou se detesta. Se adicionar as 5 pessoas da fila da frente - que fugiram no intervalo - ao meu grupo, posso dizer claramente: "QUINZZZE A ZERO".
Pedro Carvalho
01 Fevereiro 2010 - 15h56m
Provavelmente a pior peça que vi. Foram 3 horas perdidas.
Susana Rodrigues
01 Fevereiro 2010 - 15h18m
Sem me pronunciar relativamente à qualidade (ou falta dela) do espectáculo, gostaria apenas de sensibilizar o Teatro para tomar as medidas necessárias, no sentido de garantir que o público que assiste ESCUTA. Ontem, assisti com um grupo de 10 amigos à peça (2º balcão) e durante todo o espectáculo a falha no SOM foi uma constante. Efectivamente expus o meu desagrado no LIVRO DE RECLAMAÇÕES, porém receio ter sido a única ... e por conseguinte a reclamação em questão seja entendida por terceiros como insuficiência/imperfeição da minha pessoa, não reflectindo os comentários de várias pessoas de que nos apercebemos relativamente a este tema.
M Fonseca
01 Fevereiro 2010 - 00h40m
Vi ontem a peça. É um projecto de grande envergadura mas, não me parece 100% conseguido.
Os actores são excelentes (a cena do pássaro, as falas, etc. é excepcional). O cenário excelente.
A ideia de trazer o Aristófanes para os dias de hoje e toda aideia expressa pelo Luis Miguel Sintra no programa era boa mas não consideroconseguida. É muito cansativo. Nem sempre se ouve bem (acho que aí o problema é da Sala porque embora só lá tenha ido 2 vezes, senti o mesmo das duas vezes). Nem sempre se consegue acompanhar. Há situações que se arrastam muito. Tinha de ser um pouco mais leve. Vi muita gente a sair antes dofim e a dormir...
Enfim, sem aqueles actores tinha sido um flop. E é preciso destacar as mulheres - curiosamente e até por coincidência com algum do conteúdo da peça - são as mulheres que seguram o espectáculo.
Parabéns para elas. Valeu a pena ir para as ver actuar. Excelentes. Apesar do esforço para aguentar, valeu a pena.
António Farinha
31 Janeiro 2010 - 22h45m
Crítica social? Arte? Sátira política?
Quim Barreiros faz o mesmo, com muito maior eficácia.
A pior peça que vi em toda a minha vida: lamentável breijeirice saloia pseudo intelectual.
Pena é ver alguns (poucos) bons actores a serem totalmente sacrificados em palco, durante mais de 3h30, longas e injustificadas.
Carlota Joaquina
31 Janeiro 2010 - 08h45m
Ontem vi a peça ,gostei imenso .Nuno lopes fantástico apesar do pé partido .
Ana Ribeiro
30 Janeiro 2010 - 13h57m
Numa palavra: horrível.
Tinha tudo para ser bom: a garantia de qualidade da Cornucópia, as "caras da televisão" que garantiriam leveza aos Antigos, o S. Luiz...e o Cintra.
O que se passou foi teatro de revista.Mau.
Piada fácil, actores colados a registos televisivos e cantadeiras de bairro. Não se adaptou Aristófanes, estragou-se qualquer possibilidade de o fazer. Os televisivos estão lá para roubar ao público a mensagem a que têm direito. Quem não seja dado a analisar o valor da Democracia, da Política, da Justiça ou da Educação...certamente não é ali que o vai fazer, vai perder-se no contorcionismo do Nogueira ou no vernáculo desnudo do Lopes.
Tudo ali prontinho para nos maçar durante mais de 3 horas. Tanto tempo que me deu oportunidade de fazer um estudo sociológico sobre o espectador do lado direito: Dorme-se, come-se e atende-se telemóvel no teatro Municipal.
Cintra, perdoo-te, mas com muita dificuldade.
Ana
Fatima
28 Janeiro 2010 - 21h39m
Simplesmente fantastico,Gostei muito, por traz dessa comedia tantas coisas se percebem da sociedade moderna, bravo a todos os actors, nao compréendo certos comentarios negativos
Bravo à tous les comédiens, de passage à Lisbonne mais quel moment magnifique entre rire et reflexion
Julio José
26 Janeiro 2010 - 16h53m
Estou plenamente de acordo com Vicky Ntoni, Mendonça, Liliana Machado e Andre´Godinho.
Também gostei muito, assisti na sexta-feira, peça divertida embora brejeira é certo, mas palavrões ouvem-se a toda hora, na rua, nos cafés, etc., etc. e sempre os houve mesmo no tempo de Aristófanes é realmente uma critica social da época que bem se encaixa nos tempos que vivemos e nos obriga a reflectir, o que porventura os que estão contra não querem.
Uma bela sátira, que só poderia se interpretada por grandes actores, tal qual eles são, ao contrário dos que estão contra.
Diverti-me imenso.
Parabéns a todo elenco, especialmente ao Nuno Lopes.
Que grande "pedalada" Nuno.
Venham mais.
Rui Leão
25 Janeiro 2010 - 19h47m
Foi sem duvida a pior peça que vi até hoje. Sem interesse, com uma linguagem incompreensivelmente grosseira sem a menor piada e encenações de francamente de baixo nível. O elenco (Maria Ruef, Bruno Nogueira, Nuno Lopes, entre outros...) não nos habituou ao que se viu. Sai antes de meio com vontade de pedir reembolso dos 20€ que paguei. Muito mau, mesmo!...
André Godinho
25 Janeiro 2010 - 13h10m
Tenho a dizer que adorei a peça. Foi a melhor comédia que vi até hoje em palco, e a fasquia estava alta, porque felizmente já vi teatro muito bom em Portugal e não entendo tanta critica negativa! Brejeiro? Só porque dizem asneiras? Não acho que seja nem um recurso à vulgaridade nem ofensa a ninguém! Estamos no século XXI. Revisteiro? Talvez, e que mal tem? Afinal não deixa de ser uma homenagem ao nosso humor e à nossa tradição teatral. Só tenho pena que a peça não esteja mais tempo em cena e chegue a outro público, que não a uns quantos pseudo intelectuais que gravitam neste meio, uma cambada de chatos e presunçosos, que ao fim de contas percebem de nada! A encenação está perfeita e adaptação dos textos fabulosa! Parabéns a todos!
Liliana Machado
24 Janeiro 2010 - 14h26m
Fui na sexta-feira ver a peça e tenho a dizer que gostei muito. Na minha opinião só tenho a apontar dois defeitos. A duração e o som. Nem sempre ouvia o que os actores diziam. Mas de resto, acho que os actores tiveram todos muito bem e a minha "nota" máxima vai para o Nuno Lopes! Excelente! Parabéns ao elenco todo.
Luis Reis
23 Janeiro 2010 - 20h35m
Uma das piores peças que já vi em toda a minha vida, pior mesmo que algum teatro amador com fracos recursos. Considero um roubo cobrar para ver aquilo que apelidaram de peça de teatro! Não se percebe onde começa e acaba a peça. A mensagem pura e simplesmente não passa. Foram horas e horas de tédio. Esqueceram-se que o teatro serve também para entreter o público? A sala não tinha sistema de som, mal se ouviam as falas dos actores. Estamos muito longe das grandes peças do Teatro da Cornucópia como a Floresta de Aleksandr Ostróvski.
Decididamente os aplausos vão apenas para o esforço dos actores!
Pedro Pinheiro
22 Janeiro 2010 - 02h22m
Começo por dizer que se a peça acabasse no 1º acto tinha sido "aceitável", pois o 2º acto que me perdoem mas foi tortuoso... Chato, sem piada, e na minha opinião não acho que exista uma ligação a 100% entre actos a nível de história. Posso estar a dizer a maior barbaridade por não ser um "expert" em crítica ou nem ser até um pseudo-encenador, mas o que conta é a minha opinião e para os outros vale o que vale.
Para meu azar, porque cheguei tarde para comprar bilhete (sábado dia 16), os únicos lugares disponíveis eram na última fila do 2º balcão! Ou seja, tive uma dificuldade enorme em ouvir a maior parte do tempo. No 2º acto como foi mais chato posso dizer que sairam várias pessoas ainda a meio, ou seja, cerca das 23:45/00:00 visto que a peça acabou cerca da 01h da manhã. Tive pena pois até gostei do 1º acto, e com os actores que estavam em palco poderiam ter uma critica um pouco mais positiva.
Mendonça
21 Janeiro 2010 - 12h45m
Gostei muito. Especialmente do José Miguel Cintra, da Maria Rueff e do Nuno Lopes. Grandes actores. Todavia, independentemente de admitir que a peça é um bocado longa, não vejo outra possibilidade de ver transmitida toda a realidade humorística de Aristófanes. Parabéns a todo o elenco. Façam mais, pois o público precisa de vós.
Vicky Ntoni
20 Janeiro 2010 - 01h32m
Terei que discordar com os comentários aqui expostos. Não sei o que é que as pessoas esperavam ver mas, quando se fala em comédia antiga grega e nas obras de Aristófanes fala-se mais numa espécie de crítica aos governantes, à guerra ou aos métodos de educação, um tipo de sátira política que não se limitava a entreter os espectadores mas, sim, fazê-los questionar a realidade política e social na que viviam. Percebo que o espectáculo fez-se longo para os que não estavam à espera de este tipo de comédia e desconheciam as obras de Aristófanes. Considero que o elenco conseguiu transmitir na perfeição o espírito de Aristófanes com muita qualidade. Parabéns!
Miguel Sousa
19 Janeiro 2010 - 15h47m
Concordo plenamente com as opiniões já publicadas, como é possivel um elenco destes aceitar fazer uma peça onde o humor se resume ao revisteiro mais básico possivel (se quiseremos chamar aquilo de humor). Uma peça sem interesse nenhum. confesso que fui um dos que saio antes do fim, era insuportavel continuar a ver aquilo e olhando para o publico (que a determinada altura se torna algo mais divertido que a peça em si) noto que não estou sozinho na minha opinião.
Não vale o dinheiro e principalmente não vale o tempo perdido
Cláudia Antunes
19 Janeiro 2010 - 11h10m
Partilho da mesma opinião da Inês Lima...foi a pior peça de teatro que já vi até hoje!! Fiquei no segundo balcão e não percebi metade do que os actores diziam, o espectáculo é interminável...saí depois de 3h30 minutos porque não aguentava mais!!.. E tenho perfeita noção que sair a meio de um espectáculo é uma falta de respeito para com os actores...no entanto considero que a fraca qualidade da peça é uma falta de respeito ainda maior para com o público. Sem piada alguma, entediante, mal encenada, mal interpretada...péssimo mesmo! Só não consigo perceber o que é que actores como o Nuno Lopes, Maria Ruef e Bruno Nogueira estavam lá a fazer...
Inês Lima
18 Janeiro 2010 - 10h14m
Sinceramente!!! Mal empregados actores! Foi a pior peça que já vi até hoje, tenho 30 anos e vejo teatro quase desde que nasci. Nem em teatro amador vi nada tau mau e chato, nada cómico, piadas baratas, tipo cócó e xixi, mas o que é isto? O publico que me rodeava estavas completamente entediado, muitos saíram durante a peça, o som era muito mau, não se percebia metade dos diálogos.
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