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Os Três Irmãos

De Victor Hugo Pontes Texto original de Gonçalo M. Tavares
©José Caldeira
Datas e Horários

25 a 28 fevereiro
quinta a sábado, 20h; domingo, 17h30

Local

Sala Luis Miguel Cintra

Classificação

A classificar pela CCE

Descrição

Victor Hugo Pontes coloca em cena três bailarinos imaginados pelo escritor Gonçalo M. Tavares para esta nova criação. Abelard, Adler e Hadrian são Os Três Irmãos: quando se encontram naquele não-lugar, procuram o rasto dos seus pais, marcam a giz a sua ausência, lavam-se, comem juntos à mesa, carregam os corpos uns dos outros em sacrifício ritualizado, carregam-se aos ombros, vivem em fuga, praticam o jogo perigoso do encontro com o passado. Abelard, Adler e Hadrian tentam fazer a sua ligação à terra e sobreviver à existência uns dos outros, mesmo se esta houver sido esburacada a berbequim, enrodilhada numa trouxa de roupa, transportada num carrinho de mão.

 

 

‘IRMÃOS’ (2021)
Miguel C. Tavares

27 fevereiro
sábado, 17h00

 

‘IRMÃOS’ é um documentário que acompanha o processo de criação do espetáculo que Victor Hugo Pontes estreou em 2020, ‘OS TRÊS IRMÃOS’. É um testemunho das etapas que constituem o desenvolvimento criativo de uma ideia do coreógrafo, lançada a Gonçalo M. Tavares e que parte de um texto original do escritor, materializada depois nos corpos de três bailarinos (Dinis Duarte, Paulo Mota e Valter Fernandes).

O filme acompanha a dedicação e o esforço diário, as dúvidas e a pesquisa, algumas falhas e dificuldades, mas também os conseguimentos e a relação de cumplicidade entre todos, num registo de grande proximidade entre o coreógrafo e os intérpretes. Documentando este processo, ‘IRMÃOS’ reflete a procura de um discurso físico que se construiu ao longo de várias semanas através do movimento dos corpos dos três bailarinos, balizados por um texto literário e pelo universo criativo de Victor Hugo Pontes.

 

Ficha Técnica

Direção artística Victor Hugo Pontes Texto original Gonçalo M. Tavares Interpretação Dinis Duarte, Paulo Mota e Valter Fernandes Música original Joana Gama e Luís Fernandes Cenografia F. Ribeiro Desenho de luz e Direção técnica Wilma Moutinho Figurinos Cristina Cunha e Victor Hugo Pontes Consultoria artística Madalena Alfaia Operação de Som João Monteiro Direção de produção Joana Ventura Produção executiva Mariana Lourenço Apoio à residência O Espaço do Tempo, Circolando, Lugar Instável e Centro Cultural Vila Flor Coprodução Nome Próprio, Casa das Artes de VN Famalicão, Cineteatro Louletano, Teatro Municipal do Porto, Teatro Viriato e São Luiz Teatro Municipal /// A Nome Próprio é uma estrutura residente no Teatro Campo Alegre, no âmbito do programa Teatro em Campo Aberto e tem o apoio da República Portuguesa – Ministério da Cultura / Direção-Geral das Artes

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