A Paragem resume-se facilmente: um homem espera indefinidamente o autocarro e, nessa espera, questiona-se e redefine-se. Mas, num segundo tempo— e porque o teatro é, em acordo com Jerzy Grotowski (de quem o autor, Carlos Gouveia e Melo, se assume discípulo), uma relação física entre quem vê e quem representa — A Paragem pode tornar-se, a cada apresentação, um debate ou uma performance, desde que o espectador ou a espectadora o deseje.
Daí que, projetando ambas as hipóteses, na primeira edição do texto (1979, edição de autor) se advirta: É crucial que à representação desta peça o número máximo de espectadores admitidos não ultrapasse os trinta.
A Sala Mário Viegas comporta 102 lugares. Oxalá não esgote…
Sejam bem-vindos!
A PARAGEM
Carlos Gouveia e Melo
© Carlos Gouveia e Melo
12 a 14 março
sexta e sábado, 19h30; domingo, 16h
Sala Mário Viegas
€12 (com descontos) | (Gratuito com Passe Cultura - disponível apenas na bilheteira do Teatro)
A classificar pela CCE
Descrição
Ficha Técnica
TEXTO/ENCENAÇÃO/INTERPRETAÇÃO Carlos Gouveia e Melo