Mais de 500 ratoeiras moldam uma cidade repleta de torres, ruas e edifícios. Alguém percorre cada forma e curva deste espaço singular. Explora este lugar através de um jogo de pés preciso, pinos e acrobacias. A viagem segue um caminho imprevisível em direção ao que está escondido no seu interior. Pelo caminho, as ratoeiras irão fechar-se quando bem entenderem…
Um espetáculo de manipulação e de novo circo que mistura frágeis arquiteturas feitas com ratoeiras, um preciso trabalho de quebra-cabeças acrobático e… catapultagem selvagem de 100 rabanetes!
Bert cria projetos que exploram uma atmosfera silenciosa e íntima, onde um mundo floresce entre o público e o(s) artista(s). A sua forma de aliar o equilíbrio, a dança e o fascínio pelo “ínfimo” é, frequentemente, a base de tudo.
Uma viagem acrobática íntima e precisa, onde o equilíbrio encontra o risco ou um recreio de mil armadilhas… com muito suspense.
“Uma performance na qual 681 ratoeiras e quebra-cabeças acrobáticos se cruzam de uma forma lúdica, divertida e emocionante.” – KW Knack Weekend
“Nunca tínhamos visto alguém a andar tão suavemente em pontas de pés por um ‘quarto de crianças’ cheio de brinquedos perigosos.” – Magali Degrande
“Descalço, vemos Bert a caminhar meticulosamente entre as inúmeras ratoeiras, ou a abrir caminho através delas com as mãos. Na esperança de não deixar nenhuma disparar – ou talvez sim (…). Uma performance muito espontânea, que é simultaneamente acrobática e, por vezes, até se inclina para a dança (num solo com uma ratoeira num dedo).” – Concertnews.be
BIO
Bert Berg é um artista de circo que estudou e criou performances em Bruxelas, Granada, Toulouse e Estocolmo. As suas bases são o teatro (físico), o equilíbrio de mãos, a dança contemporânea e o malabarismo. A linguagem que desenvolveu ao longo dos anos vai além da soma destas categorias. Cria todo o tipo de peças: desde um solo acrobático espástico numa sala de estar à la Dogville, a universos esculpidos a partir de ratoeiras ou uma simples e alegre ode em pino à existência do aipo.





