HEN regressa ao FIMFA numa nova versão! O cabaré de uma marioneta queer e punk, que ultrapassa as fronteiras de género e faz voar todas as algemas!
HEN é uma marioneta única e não pode ser limitada a uma categoria. O seu rosto e o seu corpo são múltiplos: mulher e homem, feminino e masculino. Uma personagem cheia de vida, exuberante, diva enfurecida e viril de saltos altos, que se expressa ao cantar o amor, a esperança, os corpos, o prazer, a sexualidade com liberdade.
Manipulada por dois atores, esta criação é fruto de uma investigação desenvolvida em laboratórios sobre questões de identidade e de género, confrontada com uma pesquisa sobre as origens de um teatro de marionetas subversivo.
HEN regressa mais intimista, num cabaré com um formato itinerante, que fala de amor com novas canções escritas para esta marioneta, para além de alguns covers. Mas poderá confiar-se numa marioneta de espuma e madeira que canta sobre o amor? Conhecerá ela este sentimento tão frágil e universal? Uma experiência imperdível, fora da caixa, com lantejoulas, muito glitter e balões em forma de coração. Vamos transbordar de “Love”!
O FIMFA tem acompanhado o percurso de Johanny Bert. Depois do sucesso de HEN e de La (Nouvelle) Ronde apresentado no Teatro São Luiz em 2024, com as suas marionetas hiper-realistas, é um enorme prazer receber esta nova e magnética versão de HEN.
“Encanto de canções (…), marioneta atrevida e carinhosa, originalidade do dispositivo: o conjunto desperta uma sedução imediata, graças a este cabaré de curiosidades, infinitamente comovente, nua e sem adornos, que tanto queremos ouvir, quanto abraçar.” – Mariane de Douhet, i/o Gazette
“HEN é uma obra-prima, um golpe de saltos altos ao velho mundo.” – Amélie Niddam, Toute La Culture
“Diva dos tempos modernos, trash e extravagante, HEN (…) incendeia o palco e convida-nos a entrar numa dança louca, trans e sedutora. Levada pela voz suave e aveludada do seu criador Johanny Bert, esta marioneta (…) vai para além dos géneros, transgride códigos. Atenção, favorito!”
– Olivier Fregaville-Gratian d’Amore, L’Oeil d’Olivier
“A história repete-se: é cíclico, às vezes temos de lutar novamente por direitos que achávamos que tínhamos adquirido e ainda assim temos também de avançar, reivindicar outros, inventar, propor. Foi exatamente isso que Johanny Bert e a sua equipa técnica e artística fizeram com grande arte.”
-Hervé Ponse, Les Inrockuptibles
BIO
Johanny Bert é ator, marionetista e encenador. Ao longo do seu percurso artístico desenvolveu uma linguagem teatral singular: o confronto entre o ator, o objeto e a forma marionetística. Cada criação é uma nova pesquisa, a partir de textos contemporâneos (encomendas, textos inéditos ou textos de repertório) ou de um universo plástico construído em equipa no palco. Gosta de trabalhar com intérpretes de diferentes disciplinas (atores, bailarinos, cantores, músicos, etc.). Certas dramaturgias orientam-no para um diálogo entre o humano e o inanimado, como nas artes da marioneta, mas não quer estar limitado a uma categoria: teatro para jovens, teatro visual, teatro de marionetas… e cria por intuição, com uma forma de liberdade insolente, guiada por um tema ou objetivo.
Fundou a companhia Théâtre de Romette em 2000, um espaço experimental de criação para atores e marionetas. Entre 2012 e 2015, dirigiu o Centre Dramatique National de Montluçon – Le Fracas e em 2016 retomou ao trabalho de criação. Foi artista associado de Clermont-Ferrand, 2016 a 2018, e de Bateau Feu – Scène Nationale de Dunkerque, 2018 a 2021. Entre as suas produções mais recentes destacam-se La (Nouvelle) Ronde, estreada no Théâtre de la Ville (2023) e apresentada no FIMFA Lx24 e HEN (2019), apresentada no FIMFA Lx22.




