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CHAIKA

Belova-Iacobelli (Bélgica-Chile)
FIMFA Lx21
©Michael Gálvez
Datas e Horários

7, 8 e 9 de maio
sexta e sábado, 19h30; domingo, 16h

Local

Sala Mário Viegas

Duração

60'

Preço

€12 (com decontos)

Classificação

A classificar pela CCE
Público-alvo: +12

Descrição

Nos bastidores de um teatro, uma atriz no crepúsculo da sua carreira tenta recordar-se: o que está ali a fazer? Uma mulher aproxima-se e lembra-a do motivo da sua presença: interpretar o papel de Arkádina em “A Gaivota” de Tchékhov. Este será seu último papel. Um adeus aos palcos para mergulhar na sua vida passada, para se voltar a ligar com a jovem atriz que era. Embora a sua memória esteja a desaparecer e não saiba muito bem qual é o seu papel, fará tudo para representar a peça. Tenta acompanhar os diálogos, mas perde-se nas memórias dos tempos, em que ainda era famosa no papel da jovem heroína Nina. No seu declínio, reflete sobre o teatro, o medo do palco, o medo do esquecimento, a reforma que se aproxima e as sombras dos amores do passado. Misturam-se ficção e realidade, passado e futuro, esperança e desilusão. Um espetáculo a solo para uma atriz e uma marioneta de tamanho humano. Tita Iacobelli passa de um papel para outro com um virtuosismo prodigioso e uma sucessão de interpretações extraordinárias. Livremente inspirado em “A Gaivota” de Anton Tchékhov, este espetáculo é construído em tensão permanente, entre uma obra-prima do teatro clássico, o teatro de marionetas e o movimento coreografado.
Chaika recebeu três prémios no Chile em 2018: Melhor Espetáculo e Melhor Atriz pelo Círculo de Críticos de Arte do Chile, e Melhor Encenação, Prémios Clap, por votação do público. Em 2020, recebeu o Prémio Belga Maeterlinck de la Critique – Melhor Espetáculo a Solo.

 

Basta uma atriz-manipuladora, uma marioneta e uma encenação minimalista para atingir o sublime, explorando o claro-escuro que separa a realidade do teatro, a vida da morte, a memória da fantasia. Magistral. É uma lição de escrita, de interpretação e manipulação, e um trabalho profundamente comovente. Chaika é uma lição magistral no uso da marioneta e nas possibilidades em que ela se desdobra. Todos os amantes do teatro, sem exceção, deveriam ter a oportunidade de ver este espetáculo, mesmo que apenas por este motivo.
-Mathieu Dochtermann, Toute la Culture

Uma ode à vida e ao teatro, Chaika é um espetáculo magnífico, onde a marioneta atinge um nível de qualidade artística e notável força poética.
-Dominique Mussche, RTBF Culture

Preparem-se para uma viagem de uma hora ao limite de uma personagem mítica e da paranoia. Uma imersão na inevitável vida múltipla de uma grande atriz e na sua representação, como que ‘possuída’ por quem ela encarna. Esta já não é uma peça de teatro, mas uma cascata de espelhos, numa narrativa em abismo: uma velha atriz, no crepúsculo da sua carreira, retoma a sua carreira na forma de uma marioneta em tamanho humano, que não mais é do que um duplo envelhecido da atriz, que a manipula, enquanto representa vários papéis.
-Catherine Makereel, Le Soir

 

Ficha Técnica

Técnica Manipulação à vista, Marionetas de tamanho humano Idioma Espanhol, com legendagem em português Encenação Natacha Belova, Tita Iacobelli Olhar exterior Nicole Mossoux Cenografia Natacha Belova Interpretação Tita lacobelli Assistente de encenação Edurne Rankin Assistente de dramaturgia Rodrigo Gijón Assistente de cenografia Gabriela González Desenho de luz Gabriela González, Christian Halkin Construção de cenografia Guy Carbonnelle, Aurélie Borremans Desenho de som Gonzalo Aylwin, Simón González Música (inspirada na canção La Pobre Gaviota de Rafael Hernández) Simón González Técnico de luz e som Franco Peñaloza Produção Javier Chávez, Ifo Asbl Fotografias Michael Gálvez, Simon Breeveld Apoios Fédération Wallonie Bruxelles-arts de la scène-service interdisciplinaire Coprodução Mars-Mons arts de la scène, Théâtre des Martyrs, Atelier Jean Vilar /// Chaika é uma produção Ifo ASBL, com o apoio do Fondo Nacional para el Desarrollo Cultural y las Artes National do Chile

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