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Corpo Nómada

Uma História de Errâncias
João Paulo Santos, Joana Nicioli, Bertrand Groisard, Filipe Raposo e Rita Maria
@Patricia Blazquez
Este evento já decorreu
Datas e Horários

27 e 28 fevereiro, sexta e sábado, às 20h
1 março, domingo, às 17h30 e às 20h

Local

Sala Luis Miguel Cintra

Duração

45 min

Preço

€12 a €15 (com descontos) | (Abrangido pelo Passe Cultura - disponível apenas na bilheteira do Teatro)

Classificação

M/6

Descrição

Por motivos de Greve dos Trabalhadores do Município de Lisboa, a sessão de sábado, 28 fevereiro, às 20h, foi cancelada.

Caso não tenha utilizado o seu bilhete na sessão extra, pode pedir o reembolso até dia 5 março de 2026, na bilheteira do Teatro ou através do email bilheteira@teatrosaoluiz.pt ou do telefone 213 257 651.

Em caso de compra online em info@bol.pt

 

Corpo Nómada é um devaneio em movimento onde quatro seres exploram os territórios do encontro. Serão versões de uma mesma história? Reflexos uns dos outros em dimensões metafísicas ou terrestres? A fronteira permanece difusa, deliberadamente porosa.

Em cima, os corpos aéreos dançam uma liberdade bela e frágil. Procuram-se, tocam-se, projetam-se para outros lugares que talvez existam apenas no seu ímpeto. Cada gesto torna-se alegoria: o equilíbrio precário de toda a relação, de toda a aspiração, o desejo que eleva, a graça que emerge da incerteza.

Em baixo, a realidade também ressoa. Os corpos, prisioneiros de uma imponderabilidade humana, apenas conseguem dialogar através da música, através de corpos e proximidades que hesitam. Atravessados por histórias passadas ou ainda por viver. Vibram como os seus duplos aéreos. Sem saber quem é espelho ou reflexo.

Observam-se, os quatro, como quem contempla um ideal — atónitos e nostálgicos de uma liberdade, de uma poesia viva, perdida ou reencontrada. A outra face de uma mesma errância.

Entre a terra e o céu, entre o sonho e os elementos, o mar, o ar, o solo e a imprevisibilidade, Corpo Nómada tece um conto cosmogónico e volátil. Sensual e profundo. Uma história de corpos nómadas que não procuram um destino, apenas o instante frágil em que duas trajetórias se cruzam — e a vertigem sublime desse instante.

FOLHA DE SALA

 

Neste espetáculo usa-se luz estroboscópica.

 

Apoio à divulgação 

Ficha Técnica

ideia, gestão e produção Joana Ferreira e Manuela Jorge Cocriação coletiva e Interpretação João Paulo Santos [Cie O Último Momento], Joana Nicioli [Cie Ruyna], Bertrand Groisard [Groupe ZUR], Filipe Raposo e Rita Maria coordenação artística João Paulo Santos [Cie O Último Momento] Conceção musical Filipe Raposo e Rita Maria   Desenho de luz Zé Rui Engenharia de som Tiago Cerqueira Operação de som Sérgio Milhano Fotografia Patrícia Blázquez Captação vídeo Eduardo Breda Produção Ainda Não Tem Nome COPRODUÇÃO São Luiz Teatro Municipal projeto financiado por República Portuguesa – Ministério da Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes apoio às residências artísticas e técnicas Câmara Municipal de Mafra, Escola de Mulheres – Oficina de Teatro, Teatro Ibérico e Município de Grândola agradecimentos João Aidos, Marta Lapa, Ruy Malheiro, Rita Costa, GNR/Mafra, Jorge Rodrigues, Sílvia Gomes, Gonçalo Rodrigues e Catarina Camocho

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