€12 (com descontos) | (Abrangido pelo Passe Cultura - disponível apenas na bilheteira do Teatro)
Classificação
M/16
Descrição
Que Teatro se fará a partir do que se vê? Diário de uma República é um projeto de Teatro e Fotografia com a duração de uma década. Um “olhar-ver” artístico sobre o que vão sendo as pessoas e as paisagens de Portugal. Entre 2020 e 2030 serão estreados espetáculos de teatro nos anos ímpares, depois de residências de fotografia nos territórios nos anos pares. Que Teatro resulta do ato de (nos) vermos realmente? Fotografar para prolongar o olhar. Levar a palco para ver melhor. Fotografar o Real já imaginando Teatro. As fotografias de Augusto Brázio e de Nelson d’Aires são as imagens da República. O Trabalho é o tema foco da II edição de Diário de uma República, entendido no seu sentido mais amplo: o trabalho das mãos, do corpo, da cabeça, o trabalho humano na paisagem, as questões de género e sociais do trabalho, a beleza e a feiura do trabalho. O tema foco da I edição foi a Justiça.
Direção Artística Fernando Giestas
Apoio à Direção Artística Rafaela Santos
Fotografia Augusto Brázio e Nelson d’Aires
Interpretação Daniel Teixeira Pinto
Cenografia Henrique Ralheta
Apoio à Dramaturgia e ao Movimento Yola Pinto
Desenho de Luz Wilma Moutinho
Música José Pedro Pinto
Figurinos Rafaela Mapril
Consultoria Artística Fernanda Eugénio
Operação Técnica Ricardo Loio
Operação de Som Gonçalo Alegre
Montagem de Cenografia em Digressão Carolina Reis
Consultoria Técnica de Vídeo Paulo Quedas
Operação de Luz Luís Ribeiro
Documentação Videográfica Eva Ângelo
Apoio à Realização na Documentação Videográfica Maria Ana Krupenski
Documentação Fonográfica Diogo Martinho
Assessoria de Imprensa Rita Torcato
Equipa Amarelo Silvestre Marlene Ramos e Susana Figueira Henriques (Produção Executiva), Carla Ramos (Gestão Administrativa e Financeira), Susana Loio (Consultoria Gestão), Rita Coelho (Mediação), Maria Inês Santos (Redes Sociais), lina&nando (Grafismo)
Criação e Produção Amarelo Silvestre
Residências Artísticas Nelas (As Casas do Visconde), Viana do Castelo (Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana), Loulé (Cineteatro Louletano), Lisboa (Galeria Zé dos Bois), Ponte de Lima (Teatro Diogo Bernardes), Portalegre (CAE), Seia (Casa Municipal da Cultura), Vila do Conde (Câmara Municipal), Ílhavo (23 Milhas), Leiria (Teatro José Lúcio da Silva)
Parceria As Casas do Visconde
Apoio Direção-Geral das Artes e Câmara Municipal de Nelas
Parceria Media Antena 2
Agradecimentos Ana Cancela, Cátia Marques Veloso, Fátima Fraga, Horácio Peixoto
Coprodução Cineteatro Louletano, Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana, Teatro Diogo Bernardes, Município de Seia e São Luiz Teatro Municipal
/// A Amarelo Silvestre é uma estrutura co-financiada pela Direcção-Geral das Artes (2023-2026)
DESCONTOS PARA ESPETÁCULOS DA PROGRAMAÇÃO GERAL
Nos espetáculos assinalados
Sala Luis Miguel Cintra Sala Bernardo Sassetti Sala Mário Viegas
50% Menores de 25 anos; Cartão São Luiz; funcionários EGEAC (neste caso extensível a um acompanhante); desempregados (mediante apresentação de comprovativo: cartão de inscrição no Instituto de Emprego e Formação Profissional ou qualquer outro documento emitido pela Segurança Social que comprove a situação)
30% Maiores de 65 anos; Profissionais das artes performativas; pessoas com necessidades específicas (acompanhante gratuito)
20% Protocolos e acordos; Funcionários da CML (neste caso extensível a um acompanhante)
A Escola vai ao Teatro
€3 por aluno – espetáculos com sessões escolares
€1 por aluno Escolas TEIP – espetáculos com sessões escolares
Gratuito para professores acompanhantes (cerca de 2 por turma)
CARTÃO SÃO LUIZ
Destinado a espectadores a partir dos 26 anos, o cartão São Luiz oferece 50% de desconto nos bilhetes dos espetáculos assinalados, não sendo acumulável com outros descontos. A utilização do cartão é pessoal e intransmissível.
Só aos portadores do Cartão São Luiz é permitido levantar reservas até 1h antes do início dos espetáculos e manter as reservas por mais de dois dias.
O cartão São Luiz pode ser adquirido na bilheteira do Teatro São Luiz pelo valor de €10 e tem validade de 1 ano após a data de aquisição. Pode posteriormente renová-lo a qualquer momento por mais um ano, pelo mesmo valor.
Passe Cultura na EGEAC
O acesso aos monumentos, museus, teatros e cinema geridos pela EGEAC – Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural passa a ser gratuito para os jovens até 23 anos e maiores de 65 anos (inclusive), desde que residam em Lisboa.
Além da aquisição de bilhetes para entrada nos diversos equipamentos culturais (apenas disponíveis nas respetivas bilheteiras), esta isenção aplica-se igualmente a espetáculos cuja receita reverta integralmente para a EGEAC. Os espetáculos realizados em regime de acolhimento ou produzidos/apresentados em parceria com outras entidades, bem como as atividades paralelas sujeitas a um valor de inscrição (visitas guiadas, oficinas dos serviços educativos, workshops, seminários e ações de formação, etc.) não estão abrangidas por esta medida.