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ESTAR EM CASA

2ª edição
De Anabela Mota Ribeiro e André e. Teodósio
Datas e Horários

13 e 14 julho
sábado e domingo a partir das 10h

Diversos espaços do teatro
Programa completo a anunciar

Local

Sala Luis Miguel Cintra

Preço

A anunciar

Classificação

A classificar pela CCE

Descrição

Depois da primeira edição de Estar em Casa, em 2016, Anabela Mota Ribeiro e André e. Teodósio voltam a organizar um programa de dois dias para “ocupar” o São Luiz com uma programação ininterrupta. Nos 125 anos do Teatro, prometem uma casa cheia de afetos, memórias, arquivos e afinidades. Nesta edição, olhamos para o Teatro São Luiz, edifício entre a antiga sede da PIDE e a casa onde nasceu Fernando Pessoa, falamos de contextos políticos e de manifestos futuristas com especialistas, revemos um dos filmes fundamentais da cinematografia portuguesa aqui estreado, Os Verdes Anos, de Paulo Rocha, revisitamos Manoel de Oliveira. Convidamos figuras fundamentais do panorama nacional para conversas variadas, explicamos aos adultos, por exemplo, o que é uma múmia ou o interior em Clarice Lispector, e aos mais novos a importância de Cesário Verde ou “O que é sexo?”. Neste Estar em Casa, temos clubes de leitura, ateliers de pintura, visitas guiadas, treinos com atletas nacionais, muita música e, claro, uma programação de espetáculos para adultos e para crianças, tanto de artistas com relação privilegiada na programação do Teatro, como Miguel Bonneville, Cão Solteiro e Raimundo Cosme, como também, e a pensar no futuro, artistas estreantes no país, como Ana Rita Teodoro, Daniel Pizamiglio e João Estevens, entre outros. À semelhança da primeira edição, os camarotes continuarão ocupados com tarot, desenhos e cartas de amor, num tête-a-tête entre artistas e espectadores. Pelo Teatro haverá trabalhos de artistas plásticos como Ana Perez-Quiroga e Vasco Araújo.

1963
Transformado em cinema em 1928 e rebatizado de São Luiz Cine, por aqui passam os mais importantes filmes das décadas seguintes. A 29 de novembro de 1963, estreia-se nesta sala o primeiro filme de Paulo Rocha: Os Verdes Anos. Com música original de Carlos Paredes e produção de António da Cunha Telles, é filmado em Lisboa e conta a vida na cidade e o namoro entre um jovem sapateiro que vem da província e uma empregada doméstica de uma casa lisboeta. Premiado em vários festivais internacionais, Os Verdes Anos marcaria o nascimento do Novo Cinema Português.

Ficha Técnica

Uma encomenda São Luiz Teatro Municipal

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