Saltar para o conteúdo principal Mapa do Website Ajuda de navegação e acessibilidade Web

Felizmente Há Luar!

DIREÇÃO ARTÍSTICA E MUSICAL OSVALDO FERREIRA
©Estelle Valente
Datas e Horários

8 a 10 maio
quarta a sexta, 20h

Local

Sala Luis Miguel Cintra

Preço

€12 a €15 (com descontos) | (Abrangido pelo Passe Cultura - disponível apenas na bilheteira do Teatro)

Classificação

A classificar pela CCE

Descrição

Felizmente Há Luar!, de Luís de Sttau Monteiro, é uma peça fundamental do teatro português do século XX, que retrata a resistência contra a ditadura do Estado Novo e a censura cultural.
Inspirada na conspiração de Gomes Freire de Andrade contra a dominação inglesa, na primeira metade do século XIX, faz uma alegoria à ditadura salazarista, apresentando questões universais sobre liberdade, poder, coragem e resistência. Escrita em 1961, a peça é um testemunho intemporal da luta do povo português pela liberdade e justiça. A encomenda de uma ópera para assinalar a comemoração dos 50 anos do 25 de Abril de 1974 partiu da Orquestra Filarmónica Portuguesa. A escolha recaiu no compositor Alexandre Delgado, que propôs o Felizmente Há Luar!. Esta não é apenas uma celebração artística, mas também uma homenagem à revolução que restaurou a democracia em Portugal. A obra já impregnada de temáticas de resistência e luta pela liberdade, adquire assim uma ressonância ainda mais profunda ao ser invocada neste contexto. Trata-se de uma primeira adaptação para o mundo da ópera, fazendo-se assim justiça a um texto maior na literatura teatral portuguesa.

Ficha Técnica

Música e Libretto Alexandre Delgado, do original de Luís de Sttau Monteiro Felizmente Há Luar Encenação Allex Aguilera Direção de Arte Nuno Esteves “Blue” Desenho de Luzes Manuel Abrantes Direção Artística e Musical Osvaldo Ferreira Preparação do Coro Filipa Palhares Preparação de Cantores e Correpetição Pedro Lopes e Cândido Fernandes; Orquestra Filarmónica Portuguesa; Coro ProART Elenco Matilde de Melo – Sílvia Sequeira (S), Mulher do Povo – Raquel Mendes (S), D. Miguel Forjaz – Tiago Amado Gomes (BT), Principal Sousa – Carlos Guilherme (T), Beresford – André Henriques (BT), António de Sousa Falcão – Luís Rodrigues (BT), Vicente – Pedro Cruz (T) Produção Orquestra Filarmónica Portuguesa e ProART

VEJA TAMBÉM

Saltar controlos de slides