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Livro XI das Confissões de Santo Agostinho

JEAN PAUL BUCCHIERI
direitos de autor DA
Este evento já decorreu
Datas e Horários

28 junho a 5 julho
terça a sábado, 19h30

Local

Sala Mário Viegas

Duração

1h10

Preço

€12 (com descontos) | (Abrangido pelo Passe Cultura - disponível apenas na bilheteira do Teatro)

Classificação

M/12

Descrição

O Livro XI das Confissões de Santo Agostinho constitui-se como um dos livros mais emblemáticos da chamada segunda parte das Confissões (Livros X-XIII). Aí, a perspetiva do autor não é memorialista e autobiográfica, mas genológica, i. e., sobre o ato presente da narração do passado na primeira pessoa e do compromisso de verdade possível com essa narrativa ou confissão, considerado o funcionamento complexo da memória e a coragem e estultícia de sobre nós falarmos a quem sobre nós e sobre tudo mais sabe, e ensaística, ou seja, centrada no debate interno de questões teológicas e filosóficas.

No caso do Livro XI, Agostinho debate-se com duas questões que relaciona entre si: que momento é esse que reúne e contém todos os tempos e coisas e se condensa no ato da criação e que coisa é o tempo. Independentemente das respostas a esta demanda, o que emerge do texto do autor é a progressão de um discurso cuja coerência e beleza advêm não tanto do seu caráter sistemático, mas de uma metodologia da hesitação que não abdica de se colocar novas interrogações, quando parece ter atingido o consolo hermenêutico de uma verdade.

FOLHA DE SALA

 

Apoio à divulgação 

 


 

Confissões de Santo Agostinho – Conversa com os tradutores
14  junho
sábado, 17h
Sala Bernardo Sassetti

Intervenientes: Arnaldo do Espírito Santo, Maria Cristina de Castro-Maia de Sousa Pimentel, David Antunes e Jean Paul Bucchieri

 

Ficha Técnica

Encenação, Desenho de Luz e Figurinos Jean Paul Bucchieri Com Cláudio da Silva, João Lagarto, João Pereira, Maria Arriaga e Pedro Lacerda Tradução Arnaldo do Espírito Santo, João Beato e Maria Cristina de Castro-Maia de Sousa Pimentel. Dramaturgia David Antunes Assistência de encenação Lúcia Pires Agradecimentos Vasco Loução (Padaria do Povo), Rui Pinheiro (Ajidanha), Ana Arinto, Beatriz Mestre Costa, Bruna Ribeiro, Paula Antunes e, em particular, ao Pedro Larifa Oliveira. Um agradecimento especial, pela gentileza e pela amabilidade demostradas, aos tradutores Arnaldo do Espírito Santo e Maria Cristina Pimentel. Apoio e residência artística Ajidanha, Teatro Estúdio São Veiga, Idanha-a-Nova Coprodução Horta Seca e São Luiz Teatro Municipal

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