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MÁRIO VIEGAS – AUTO-PHOTO BIOGRAFIA (não autorizada)

Apresentação do livro
editora Tradisom
Datas e Horários

23 junho
domingo, 16h

Local

Sala Mário Viegas

Preço

Entrada livre sujeita à lotação da sala

Descrição

Mário Viegas deixou, além de todos os outros, um importante legado: um livro de 260 páginas, escrito por si, que o próprio intitulou Auto Biografia (não Autorizada) e que dá a conhecer, através de fotos, recortes de jornais e até de banda desenhada, toda a sua vida, o seu pensamento, os seus amores, as suas tristezas. Neste livro, faz uma viagem desde a infância até aos seus últimos dias, num documento que foi confiado para edição à sua irmã, Maria Hélia Viegas, sua herdeira universal. Com a ironia que sempre o caracterizou, escreveu: “Sobre mim está aí tudo, o resto não tem interesse nenhum”.

A edição deste livro celebra e homenageia os 75 anos do nascimento de Mário Viegas, num formato de capa dura de grande formato, que tem como complemento sonoro quatro CDs, dois deles com gravações, totalmente inéditas, feitas em sua casa, incluindo duas gravadas pelo seu pai quando o ator tinha apenas nove anos. Os outros dois CDs revelam um café-concerto realizado em janeiro de 1986, no espaço Rez do Chão, no Porto, durante um fim de semana.

 

Nascido em Lisboa em 1948, Mário Viegas é reconhecido pela sua profunda dedicação às artes performativas. Com uma versatilidade evidente na diversidade de papéis que interpretou, desde o teatro até ao cinema, deixou uma marca indelével em cada performance. A sua capacidade de adaptação a diferentes géneros e estilos foi testemunho do seu profundo domínio artístico. Além do seu talento como ator, destacou-se também como exímio declamador, dando vida à poesia de forma ímpar. As suas leituras poéticas eram marcadas por uma profunda compreensão da linguagem e uma sensibilidade única para transmitir a emoção contida nas palavras. Ao longo da sua carreira, demonstrou um compromisso notável com a promoção da cultura e das artes em Portugal. Fundador do Teatro da Cornucópia e diretor do Teatro Nacional D. Maria II, contribuiu significativamente para o desenvolvimento e enriquecimento do panorama teatral no país. Faleceu em 1996, mas o seu legado continua a inspirar gerações de artistas e admiradores das artes. A sua influência perdura através das suas interpretações memoráveis e das suas contribuições para a divulgação da cultura portuguesa.

Ficha Técnica

Participantes MARIA HÉLIA VIEGAS, irmã do ator; MARIA DO CÉU GUERRA, atriz; GRACINDA CANDEIAS, encenadora; JOSÉ MOÇAS, editor  

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