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Rita Redshoes

Festival Regresso ao Futuro
Este evento já decorreu
Datas e Horários

20 junho
sábado, 21h30

 

Lotação: 64 espectadores
Os espectadores serão sentados individualmente, com um lugar de intervalo entre eles e desencontrados entre filas. A par das normas de higienização, é obrigatório o uso de máscara no interior do Teatro.

Bilhetes à venda online a partir de terça-feira, 9 junho; e na bilheteira do Teatro São Luiz apenas no dia do concerto, 20 junho, das 15h às 21h30.

Local

Sala Bernardo Sassetti

Preço

€10 (preço único) As receitas revertem a favor do Fundo de Solidariedade para a Cultura, criado pela Audiogest e GDA, destinado a todos os profissionais dos setores das artes.

Classificação

M/6

Descrição

20 é o número mágico que vai voltar a ligar o som e a acender as luzes dos Teatros Municipais, resgatando-nos ao silêncio e ao afastamento a que a Covid-19 nos votou: no dia 20 de Junho de 2020, às 21h30, 21 artistas portugueses e 21 Teatros Municipais celebram o Regresso ao Futuro. Os bilhetes têm o preço único de 10€ e estão à venda a partir de terça-feira, 9 de junho, nos locais habituais e nas bilheteiras dos Teatros.

Regresso ao Futuro reafirma a vocação decisiva dos Teatros Municipais para a sustentabilidade da cultura em Portugal, a sua importante contribuição para a circulação artística, agindo como um catalisador de esperança, resiliência e confiança para o público, sempre dentro das regras sanitárias em vigor.

É, simultaneamente, também um acontecimento solidário que une e mobiliza os Teatros Municipais, os artistas, as equipas técnicas, a organização da Sons em Trânsito e o público numa frente comum que culmina na entrega das receitas de bilheteira ao Fundo de Solidariedade para a Cultura, criado pela Audiogest (associação que representa produtores musicais) e GDA (Gestão dos Direitos dos Artistas), destinado a todos os profissionais dos setores das artes.

O objetivo deste fundo é apoiar financeiramente, até ao limite das disponibilidades, profissionais (incluindo profissionais independentes e trabalhadores) do setor cultural, que se encontram a braços com uma crise sem precedentes, tantos deles arredados dos apoios públicos, precisamente fruto da precariedade estrutural do setor.

Tratar-se-á, não de um apoio à produção, mas de um verdadeiro auxílio solidário de emergência que procurará dar prioridade àqueles que têm maiores necessidades económicas. Em determinadas condições poderão ser apoiadas algumas empresas do setor, sempre com o objetivo e condição da manutenção dos postos de trabalho.

O público é ainda convidado a levar alimentos não perecíveis para entrega nos Teatros, que serão recolhidos e distribuídos pela União Audiovisual junto dos profissionais dos setores das artes que se encontram em situação de maior vulnerabilidade alimentar.

 

 

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