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Teatro de Imagens

Uma homenagem a Bob Wilson
©EGEAC – Teatro São Luiz, Pedro Rosário Nunes
Datas e Horários

24 março
terça, 19h

Local

Sala Bernardo Sassetti

Preço

Entrada livre sujeita à lotação da sala. Bilhetes disponíveis no próprio dia na bilheteira do Teatro a partir de uma hora antes do evento (até 2 por pessoa).

Descrição

Um ano após a apresentação no São Luiz Teatro Municipal, do espetáculo Pessoa – Since I´ve been me recordamos a notável obra daquele que foi um dos mais destacados artistas contemporâneos, analisando o seu trabalho no contexto das artes performativas e das artes visuais, contando com a participação de João Carneiro, Guta Moura Guedes, Diogo Infante, Rui Monteiro, Jean-Paul Buchieri, Miguel Loureiro, Carlos Antunes, Luísa Costa Gomes e Carlos Pimenta.

 

 


 

Robert Wilson (1941-2025) foi um dos mais influentes criadores teatrais e artistas visuais contemporâneos. As suas obras para o palco integram, de forma não convencional, uma vasta gama de disciplinas artísticas, incluindo dança, movimento, iluminação, escultura, música e texto. As suas imagens, de um rigor estético notável, são simultaneamente evocativas e emocionalmente impactantes, conquistando a aclamação da crítica e do público a nível mundial.

Ao longo da sua carreira, Wilson trabalhou com escritores e músicos de renome, como Heiner Müller, Tom Waits, Susan Sontag, Laurie Anderson, William Burroughs, Lou Reed, Jessye Norman e Anna Calvi. Para além da criação de obras originais, reinventou e deixou a sua marca em grandes clássicos da dramaturgia e da ópera, incluindo Krapp’s Last Tape, de Samuel Beckett, A Ópera dos Três Vinténs, de Brecht/Weill, Pelléas et Mélisande, de Debussy, Fausto, de Goethe, Odisseia, de Homero, Fábulas, de Jean de La Fontaine, Madama Butterfly, de Puccini, La Traviata, de Verdi, e diversas peças de Shakespeare.

O seu trabalho nas artes visuais abrange desenho, pintura e escultura, tendo sido apresentado em centenas de exposições individuais e coletivas no mundo inteiro. As suas obras integram importantes coleções privadas e museus de prestígio internacional.

Além de Pessoa – Since I´ve been me diversos dos seus espetáculos e exposições tiveram apresentação em Portugal, destacando-se a ópera O Corvo Branco – com música de Phillip Glass e libreto de Luísa Costa Gomes – estreada na Expo 98.

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