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Thauma

La Mula (Espanha)
FIMFA Lx26
©Sílvia Poch
Datas e Horários

14 a 16 maio
quinta a sábado, 20h

Local

Sala Luis Miguel Cintra

Duração

1h

Preço

€12 a €15 (com descontos) | (Abrangido pelo Passe Cultura - disponível apenas na bilheteira do Teatro)

Classificação

M/12
público-alvo: 8+

Acessibilidade

Idioma: Sem palavras

Descrição

Uma viagem cénica em direção ao espanto, que nos convida a olhar para o mundo como se fosse a primeira vez e de uma forma diferente.

Thauma é uma viagem por uma cabeça maravilhada. Funciona como um jogo poético, no qual se confunde o que está por cima e o que está por baixo, o fundo e a figura, o grande e o pequeno, criando diferentes formas de ver o mesmo.
Segue os códigos da novela gráfica e do teatro de objetos, propondo uma paisagem que se vai abrindo, revelando o seu interior.
Thauma é um poema cénico focado na capacidade de nos maravilharmos e de ficarmos suspensos num terreno poético que não tem finalidade, nem conclusão, nem fecho.
Uma experiência visual e sensitiva imperdível, que apela ao humor, à beleza, ao mistério e ao inesperado – a um espanto que não formula o pensamento, mas que pode ser a semente do próprio pensar.

 

 

Prémios:
-Prémio da Crítica Barcelona 2025 – Nuevas tendências;
-Prémio Teatre Barcelona 2024 – Escena Híbrida;
-Prémio Dragão de Ouro para Melhor Espetáculo (Júri Internacional); Melhor Cenografia e Proposta Mais Inovadora – Fira de Titelles de Lleida;
-Prémios Max 2025- Melhor Design de Espaço Cénico.

 

“A Caixa das Maravilhas
Thauma é uma proposta atrativa, agradável e facilmente digerível. Isto é, para todos os paladares, idades e tipologias de público. Existirá algo mais universal do que o facto de olhar e surpreender-se? Uma plateia de miúdos e graúdos maravilhou-se com esta peça.
Trata-se de uma criação contemporânea para todos os públicos, uma hibridização astuta, um espetáculo pop de atmosfera brossiana e vanguardista (…).
(…) Posso afirmar e afirmo, sem qualquer tipo de vergonha, que este espetáculo devia correr o mundo inteiro. E tenho a certeza absoluta de que funcionaria igualmente bem em todo o lado. Porque a capacidade de nos maravilharmos não conhece fronteiras. E porque é muito bonito, de vez em quando, ir ao teatro e deixarmo-nos surpreender.” – Oriol Puigtaulé, Núvol

“Isto nunca se tinha visto em teatro
Platão e Aristóteles consideravam a Thauma (maravilha) a impulsionadora da sabedoria e, por isso, o fundamento da própria filosofia. Andreu Martínez e Magda Puig Torres apropriaram-se deste conceito numa proposta cénica tão invulgar entre nós, quanto bem-sucedida. Embora não pretenda filosofar, a obra foca-se em cativar e maravilhar. Sim, é realmente assombroso.” – Santi Fondevila, Now

“Imprevisto surrealista
A estética joga a favor da surpresa, de brincar a imaginar mundos novos. Tem um referente focado, embora com uma abertura de câmara quase inalcançável. (…)
(…) O jogo é constante. A plástica, absoluta. Por momentos, podem imaginar-se instantes de um cataclismo da humanidade; noutros, uma brincadeira desproporcionada com um dinossauro que luta contra um helicóptero, como o gorila e os aviões de King Kong.” – Jordi Bordes, Recomana.cat

“A criação é deliciosa, uma explosão de imaginação e de recursos. Tudo parte dessa premissa brossiana da surpresa, do deixar-se surpreender. Conseguir isto é um desafio maiúsculo para o artista: como provocar o espanto no espetador? Utilizam tudo: objetos telecomandados, técnicas de circo, movimento, texto (…).
Thauma deveria estar, no próximo ano, no Kunstenfestivaldesartes de Bruxelas, em Estocolmo, em Estrasburgo, em Viena… Façam com que isso aconteça.” – Andreu Gomila, Temps de les Arts

 


 

BIO
A companhia La Mula é formada por Magda Puig Torres e Andreu Martínez Costa. É uma companhia de teatro que trabalha no cruzamento entre as artes visuais, as marionetas e o espaço. Interessa-lhe a perceção, a sua alteração e o jogo. Compreendendo o palco como espaço para a experimentação, o seu trabalho está marcado por um teatro plástico e pela investigação na dramaturgia visual.
Magda Puig é uma criadora interessada na confluência entre as artes performativas e visuais. Foi artista residente do Teatre Lliure na temporada 23/24. Andreu Martínez Costa é ator, marionetista, encenador e investigador, trabalhando entre a Catalunha, a França e o Canadá. Colaborou com companhias Philippe Genty e El Conde de Torrefiel e é, atualmente, artista associado da companhia franco-norueguesa Plexus Polaire, onde participou nos espetáculos Moby Dick e Cendres, apresentados em outras edições do FIMFA.

 

 

Consulte a programação completa do FIMFA Lx26 em tarumba.pt/2026/pt/fimfa.

Ficha Técnica

Técnica Objetos, teatro visual Criação e encenação Magda Puig, Torres Andreu Martinez Costa Mentoria internacional Dimitris Papaioannou Dramaturgia Jorge Gallardo Intérpretes Marina Rodríguez, Juan Carlos Panduro, Erol Ileri Llordella Desenho de som Marc Naya Figurinos Nídia Tusal Desenho de luz Tony Ubach Cenografia Victor Peralta Engenheiro de artefactos Pepo Carreras Construção de objetos Andreu Martínez e Magda Puig Fotografias Sílvia Poch Produção Oriol Escursell Coprodução Teatre Lliure, Nilak Fotografias: Sílvia Poch Apoios Figurteatret Nordland, Ivam Cada Alcoi, Museum of Music Barcelona

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