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A Reconquista de Olivenza

Ricardo Neves-Neves e Filipe Raposo
artwork ©José Pinheiro
Datas e Horários

1 a 16 outubro
quarta a sábado, 20h; domingo, 17h30

Local

Sala Luis Miguel Cintra

Duração

1h30

Preço

€12 a €15 (com descontos)

Classificação

M/12

Acessibilidade
Língua Gestual Portuguesa

16 outubro, domingo, 17h30

Audiodescrição

14 e 16 outubro, sexta, 20h; domingo, 17h30

Descrição

A Reconquista de Olivenza junta, pela segunda vez, o dramaturgo e encenador Ricardo Neves-Neves e o pianista e compositor Filipe Raposo, depois de Banda Sonora. A história de Olivenza, parcela alentejana do território português ocupada em 1801 por Espanha, conta-se em palco num exercício fantasioso sobre o Poder e a Política, com muito muito humor e muito muito pouco nacionalismo… Uma comédia, comandada por sete bolas de cristal e onde não faltam uma Rainha de Portugal materialista-reducionista, um dragão voador profético, gémeos herdeiros, bolas de Berlim do Califa, infantes espanhóis, uma enviada especial chinesa, Mary Poppins e até Nossas Senhoras que leem tarot. Como se diz em cena, “tragam os canhões, as baionetas, as bestas e as catapultas. Estamos de partida! Todos pela Ponte 25 de Abril, seguindo pelo Alentejo até Olivenza”.

FOLHA DE SALA

Ficha Técnica

Texto e Encenação Ricardo Neves-Neves Composição e Orquestração Filipe Raposo Interpretação Ana Valentim, André Magalhães, António Ignês, Bruno Huca, David Mesquita, Diana Vaz, Joana Campelo, João Tempera, José Leite, Juliana Campos, Katrin Kaasa, Márcia Cardoso, Maria Leite, Rafael Gomes, Rita Cruz, Rita Carolina Silva, Ruben Madureira, Sandra Faleiro, Sílvia Filipe, Sissi Martins, Tânia Alves, Teresa Faria, Tiago da Cruz e David Pereira Bastos (voz) Músicos Jenny Silvestre (Cravo), Nelson Nogueira (1ºViolino), Cristiana Herculano (2ºViolino), Eurico Cardoso (Viola), Sara Abreu (Violoncelo), Margarida Ferreira (Contrabaixo), Natália Grossmannova (Flauta), Filipe Freitas (Oboé), Marta Xavier (Clarinete), Gonçalo Pereira (Fagote), Ricardo Alves (Trompa I), Luís Mota (Trompa II), Óscar Carmo (Trompete), Helder Rodrigues (trombone), Tânia Mendes (Percussão), Marco Fernandes (Percussão) Maestro Cesário Costa Direção vocal João Henriques Coordenadora de orquestra Paula Meneses Adaptação e Locução da narração Eduardo Rêgo Sonoplastia Sérgio Delgado Desenho de Luz José Álvaro Correia Assistente de Luz António Pedra Cenografia Catarina Barros Assistente de Cenografia e Construção de Adereços Cristóvão Neto Assistente de Cenografia António Muralha e Susana Paixão Construção de Cenografia Móveis Maia, Sign-Wide Format Print e Thomas Kharel Costureiras de Cenografia Ana Maria Fernandes, Maria Costa Figurinista Rafaela Mapril Confeção Carla Geraldes, Helena Jardim, Lígia Garrido, Maria Afonso, Mónica Fortes, Shabbir Hussain, Esboços Ilimitados Lda, Ana Sabino Atelier: Celeste Sacramento, Sandra De Arez, Anabela Oliveira Assistência de Figurinos Ana Caetano, Eliana Lima e Patrícia Margarida Silva Caraterização e Cabelos Cidália Espadinha e Dennis Correia Adereços de Caracterização Beatriz Pessoa Assistentes de Caracterização Marco Santos, Guilherme Gamito, Bruno Saavedra, Catarina Félix, Moon e Rita Rosa Pico Coreografia de combates Tiago da Cruz Vídeo, Animação, Ilustração Temper Creative Agency Teaser promocional Eduardo Breda Art Designer José Pinheiro @O_Pinheirojose Apoio à Dramaturgia e Assistência de Encenação Rafael Gomes Assistência de Encenação Diana Vaz e Ana Valentim Produção e Comunicação TdE Mafalda Simões Produção TdE Andreia Alexandre Produção Executiva TdE Adriana Gonçalves Produção Culturproject Nuno Pratas Difusão José Leite Coprodução Cineteatro Louletano, Teatro do Eléctrico, Culturproject e São Luiz Teatro Municipal Apoios Antena 1, BIRD, BalletShop, Golfe Jardim, Fresco Produções, Make It Happen, Mascarilha, Pecosita Pepito, Polo Cultural Gaivotas/ CML, Ouro Têxteis, RTP2, TBA, Vidal Tecidos Agradecimentos Artistas Unidos, Cineteatro São Pedro (Alcanena), Teatro do Bairro Alto – TBA, Dra. Guilhermina Augusta Pelicano Jorge, Ofélia Meiyu e Helena Deng Yuanying /// O Teatro do Eléctrico é uma estrutura apoiada pela República Portuguesa – Cultura / Direção Geral das Artes, pelo Cineteatro Louletano/Câmara Municipal de Loulé e pela Câmara Municipal de Lisboa / Polo Cultural Gaivotas | Boavista

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