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Fúrias

De Patrícia Portela, a partir de Toon Tellegen (e na companhia de Daniil Kharms)
Com Célia Fechas e Patrícia Portela
Datas e Horários

23 a 27 novembro
Horário a combinar com a escola

Local

Nas escolas

Preço

€20 por turma

Classificação

Público-alvo: maiores 8 anos

Descrição

Porco-espinhos zangados de morte com o sol, que teima em pôr-se todos os dias, rinocerontes e elefantes irascíveis que acham que o outro é que se deve desviar do caminho, lagostins que vendem fúrias de todos os tamanhos. Em Fúrias, Patrícia Portela e Célia Fechas pegam na obra do autor e filósofo holandês Toon Tellegen, e quais caixeiras viajantes, montam um estaminé para vender fúrias a quem delas precisar. Com uma cortina de fumo atrás, onde se projetam e visualizam as mais diferentes fúrias, contam-se dez histórias de raivas passadas e futuras, apresentando-se um catálogo de fúrias que se transaciona com o público e se constrói à medida das necessidades de cada um. Um espectáculo em que se fala de todo o tipo de pequenos arrufos e amuos com os outros, com a vida, connosco próprios, a partir daquele lugar difícil e vulnerável que é zangarmo-nos, discordarmos, magoarmo-nos ou sofrermos com as nossas aflições e as dos nossos.

Depois de Por Amor, estreado em 2017, esta é a segunda peça de Patrícia Portela sobre uma emoção, a Fúria. Hão de seguir-se o Medo (a partir de Aventuras de João Sem Medo), a Frustração, a Traição e a Generosidade.

Ficha Técnica

Texto de Patrícia Portela a partir de Toon Tellegen e Daniil Kharms Tradução de Célia Fechas e Patrícia Portela revisão de Isabel Garcez e Zoë Portela de Boeck Performers e cocriadoras Célia Fechas e Patrícia Portela Acepipes furiosos Peter de Bie Iluminação Leonardo Simões Produção vídeo e gráfica Irmã Lucia efeitos especiais Playlist furiosa Sérgio Hydalgo Apoio (literário, físico e outros) Livraria Poesia Incompleta Uma produção Prado, associação cultural, em parceria com Laika vzw Coprodução São Luiz Teatro Municipal A Prado tem o apoio da DGartes/Ministério da Cultura para o biénio 2020-2021 Agradecimentos a Nuno Veiga (pelas paisagens sonoras que muito nos inspiraram), ao Teatro Viriato, pela luz negra, e a Changuito, porque sim. Este espectáculo é dedicado a Zoë Portela de Boeck, a Iréne e Bruna Dietvorst e a Ada Brys

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