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Terra Batida

Alkantara Festival
Uma rede proposta por Marta Lança e Rita Natálio Propostas artísticas de Ana Rita Teodoro, Joana Levi, Maria Lúcia Cruz Correia, Marta Lança, Rita Natálio, Sílvia das Fadas e Vera Mantero
@Joana Levi
Datas e Horários

14 a 28 novembro

 

Local

Sala Mário Viegas e Sala Bernardo Sassetti

Descrição

Terra Batida é uma rede de pessoas, práticas e saberes em disputa com formas de violência ecológica e políticas de abandono. Em 2020, enreda intervenientes das áreas da dança, cinema, performance, artes visuais com cientistas, cooperativas e ativistas nas regiões de Ourique, Castro Verde, Montemor-o-Novo, Aveiro, Ílhavo e Gafanha da Nazaré. Parte-se do acompanhamento de contextos específicos em Portugal para pensar e operar em múltiplas escalas. No contexto alentejano, discute-se desertificação, agricultura superintensiva e a concomitante extração de trabalho migrante, minas desativadas e tóxicas, mares de estufas litorais, a falta de água e de gente, a conservação de espécies e outras formas de resistência comunitária.  Na região de Aveiro, problematiza-se a erosão acelerada da linha costeira, o tráfego portuário, a subida do nível dos mares e a indústria de celulose. Estes problemas são matéria de conflitos sociais, raciais e interespécie. Parte deste processo é partilhado no Alkantara Festival, com augúrios e propostas de Ana Rita Teodoro, Joana Levi, Marta Lança, Rita Natálio, Sílvia das Fadas e Vera Mantero, conversas e laboratórios com participantes das residências, um número especial do Jornal MAPA e um site que ajuda a emaranhar posições.

O Alkantara Festival regressa em novembro a Lisboa com uma programação internacional e experimental de dança, teatro, performance, conversas e debates. Espaço de encontro, partilha e discussão pública, o Alkantara Festival apresenta em estreia absoluta no Teatro São Luiz os espetáculos Tafukt, do coreógrafo Radouan Mriziga, The Anger! The Fury!, da coreógrafa e dramaturga Sónia Baptista, e ainda um conjunto de performances, conversas e debates da rede Terra Batida, a partir de investigações, em diferentes regiões de Portugal, em torno de conflitos socioambientais.

O programa completo do festival está disponível a partir de setembro em alkantara.pt.

Coprodução: Centro Cultural de Belém, Culturgest, Teatro do Bairro Alto, Teatro Nacional D. Maria II e São Luiz Teatro Municipal

Alkantara é uma associação cultural sem fins lucrativos financiada pela República Portuguesa/Cultura — Direção Geral das Artes e pela Câmara Municipal de Lisboa

Ficha Técnica

Proposta rede Marta Lança e Rita Natálio Propostas artísticas Ana Rita Teodoro, Joana Levi, Maria Lúcia Cruz Correia, Marta Lança, Rita Natálio, Sílvia das Fadas e Vera Mantero Diálogos Bruno Caracol, Inês Catry (com Marta Acácio), João Madeira, João Prates Ruivo, Luísa Homem, Maria Inês Gameiro, Margarida Mendes, Miguel Rego, Samuel Melro, Sílvia das Fadas, Teresa Castro Encontros Comunidade dos Aivados, Cooperativa Integral Minga Montemor, Circuito Arqueológico de Castro Cola, Herdade Freixo do Meio, Fonte de Água Santa de São Miguel, Herdade Monte dos Gregórios, Passeio de Identificação de Plantas Comestíveis e Medicinais (Évora), Projeto conservação de aves estepárias (Campo Branco) Proposta cénica Leticia Skrycky Equipa editorial plataforma digital Marta Mestre, Margarida Mendes Design e Criação plataforma digital ATLAS projetos /Nuno da Luz Parceria media Jornal Mapa, BUALA Produção executiva Associação Parasita Produtora Claraluz Keiser Coprodução Alkantara Apoios Governo de Portugal – Ministério da Cultura/Direção-Geral das Artes, Câmara Municipal de Lisboa, Câmara Municipal de Ourique, Câmara Municipal de Aveiro Residências Monte das Doceitas, Espaço do Tempo, Alkantara, Estúdios Victor Córdon, 23 Milhas /// A Parasita é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal Ministério da Cultura/Direção-Geral das Artes

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