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C., Celeste e a Primeira Virtude

Beatriz Batarda
©Rita Quelhas
Datas e Horários

11 a 15 abril
terça a sábado, 19h30

21 e 22 abril
sexta e sábado, 19h30

 

Escolas
18 a 20 abril
terça a quinta, 14h30

Público-alvo: ensino secundário

Local

Sala Mário Viegas

Preço

€12 (com descontos)

Classificação

A classificar pela CCE
Público-alvo: m/16

Acessibilidade
Língua Gestual Portuguesa

22 abril, sábado às 19h30

Descrição

C., Celeste e a Primeira Virtude é um espetáculo a propósito dos trilhos que o ensino artístico abre para o rasgo da invenção, esse lugar feliz em que a alma humana liga verticalmente a Terra ao abismo celestial.  Um espetáculo que pretende contribuir para debate honesto sobre a liberdade, o papel da Arte, o amor e o poder que se instala nos vários ismos – machismo, racismo, fascismo – e outras manifestações do medo.

 


 

Datas a anunciar
Instalação
Corpos Celestes
Beatriz Batarda

Sala Bernardo Sassetti
Horários a anunciar
Entrada livre, sujeita à lotação da sala

A propósito da investigação e processo de escrita da peça para teatro C., Celeste e a Primeira Virtude, de Beatriz Batarda, nasce o projeto Corpos Celestes, uma vídeo-instalação em 5 atos, 5 ecrãs, 5 histórias narradas a partir de testemunhos de jovens artistas das áreas de Teatro, Artes Visuais e Dança, recolhidos no intervalo em que veem o rumo das suas vidas suspenso: depois da vida de estudante e antes de atingirem a visibilidade pública. São anos de pandemia. Cruzam-se ficção e realidade e, com um olhar contemporâneo, aproximamo-nos do importante debate sobre o conflito individual entre pressões exteriores e motivações íntimas.

A partir da ideia de Wilhelm Schmidt em Serenidade (2014), de que a Arte possui muitas vezes um caráter melancólico e pode oferecer consolo ou inspirar um sentimento de felicidade – esse carácter a que Hannah Arendt chama “a virtude mais elevada do ser humano” – , Beatriz Batarda, que aqui se estreia na realização de um objeto audiovisual, constrói uma narrativa onde elementos da ficção e da não-ficção se completam numa história sobre sentimentos de pertença que nos diz respeito a todos. A instalação corresponde a 5 laboratórios de criação onde se reuniram 5 grupos de trabalho, cada um deles constituído por jovens entre os 20 e os 30 anos, de diferentes origens geográficas e percursos singulares. A autora procura registar como um teatro íntimo e perigoso pode abrir o debate intelectual em contacto com os afetos, de forma a aprofundar temas trabalhosos tais como o poder esmagador da imagem, o lugar da liberdade na arte, as manifestações de segregação no mercado de trabalho, o regresso ao significado do gesto artístico e a importância da verdade no impulso criativo.

 

Participantes: Laura Mendonça, Francisca Neves, Guilherme Félix, Guilherme Pelote, Pedro Russo, Constança Villaverde Rosado, Irís Runa, Catarina Campos Costa, Maria Torres, André Marques, Leonor Alecrim, Maria Romana, João Raposo, Bruna Lima, Inês Proença, Mariana Lobo, Joana Pialgata, Rafael Carvalho, Filipe Lopes, Rita Vicente, André Simões, Leandro Paulin, Susana Luz, Rita Cabaço, Djucu Dabó, Joana Bernardo, João Pires, Jéssica Brandão , Gonçalo Ribeiro, Miguel Amorim, Gonçalo Braga, Mariana Cardoso, Diana Sousa Lara, Beatriz Gonçalves, Andreia Valles, Sara Marita, José Paulo Ribeiro, José Miguel Dias, Rui Silva, Mafalda Pereira, Tomás Seruca, Francisca Sarmento, Luísa Guerra

Realização: Beatriz Batarda; Co-realização e Montagem: Rita Quelhas; Produção executiva: Sofia Bernardo; Apoio: Espaço do Tempo, Officina Mundi, Município de Avis, Teatro Oficina

Coprodução: Offkey Produções Artísticas e Teatro Municipal São Luiz

Ficha Técnica

Encenação e Dramaturgia Beatriz Batarda Apoio à Dramaturgia Nuno M. Cardoso Interpretação André Simões, Binete Undonque, Guilherme Félix, Íris Runa, Joana Pialgata, Pedro Russo, Rita Cabaço Cenografia Fernando Ribeiro Figurinos José António Tenente Luz Nuno Meira Sonoplastia Sérgio Milhano Direção de Produção Rita Faustino Produção Executiva Mariana Dixe Coprodução Causas Comuns, Centro Cultural Vila Flor, Cineteatro Louletano, Teatro Viriato e São Luiz Teatro Municipal /// Causas Comuns é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal – Ministério da Cultura / Direção Geral das Artes /// Integrado na Bienal Cultura e Educação, 2023 RETROVISOR: Uma História do Futuro, Plano Nacional das Artes

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